terça-feira, 31 de março de 2009

Stallone...stá perto!

É, turma, o astro da franquia Rambo veio à Cidade Maravilhosa pra rodar seu novo filme. Zanzando pra lá e pra cá, o astro foi fotografado pela equipe do Ego na saída do hotel. Eis a chamada na home da Globo.com:
Movido por uma curiosidade quase mórbida, cliquei no link e fui até a notícia. E me assustei com o que vi na foto ampliada...
Agora, só uma perguntinha: com essa cara esquisita, no melhor estilo Rocky-depois-de-ser-nocauteado, quem vai se preocupar com o braço do Stallone, minha gente???!!!
É...como diria uma grande amiga, "o tempo é uma fábrica de monstros..."


PS.: Sim, o título do post é um trocadilho infame!!!

Selvageria!

A notícia do assassinato de uma estagiária da Caixa Econômica é daquelas que dão a exata dimensão do nível de desumanidade a que estamos submetidos hoje em dia. Pensar que uma jovem, com toda a vida pela frente, foi morta por ter pedido o crachá de volta ao assaltante é terrível. E ainda mais pavoroso é saber que o crime aconteceu na frente dos pais dela.
Certamente era uma jovem responsável, trabalhadora - por isso, preocupada com o tal crachá...
Agora, está morta!
Sou um cara otimista por natureza mas confesso que, diante de notícias como essa, sinto muita dificuldade para acreditar em dias melhores para essa cidade. E, principalmente, em dias mais humanos para todos nós.
E você? Ainda acredita?

segunda-feira, 30 de março de 2009

Sabedoria de Orkut...

Bela frase que encontrei no perfil de uma bela moça:
"O mundo é uma tragédia para os sentimentais e uma comédia para os intelectuais!".
Faz sentido, né?
E você? Tá em qual grupo?

Os vídeos que revi(vi)...

Depois de muito tempo, revi algumas imagens nossas. E embora saiba que talvez - aliás, muito provavelmente - você nunca vá ler esse texto, senti necessidade de dizer que senti saudade. Não de nós como um par, mas do que éramos naquela época.
Em primeira análise, um casal muito bonito...
Te vi ali, tão linda, parecendo uma boneca, e entendi - de novo - porque foi tão avassaladora aquela paixão. Desmedida, desenfreada, intensa. Jovem...
Senti saudade dos sonhos e de uma certa inocência que nos fizeram, de mãos dadas, dar um salto no escuro, rumo a uma das maiores aventuras das nossas vidas. Aventura séria, de gente grande, que a gente encarou quase como quem decide no par ou ímpar a sorte do dia seguinte. Ou do resto da vida...
Revendo os vídeos, descobri que as mágoas são coisa do passado. Obra do passar dos anos e do tempo de maturação desses sentimentos todos que fervilharam dentro desse peito aqui antes, durante e depois.
E foi bom descobrir que te quero bem. Que desejo sorte na sua vida nova, com a sua família nova. E que, de certa forma, lamento que a vida - ou seria a imaturidade? - tenha nos afastado tanto e tão abruptamente. Mas é o curso que o nosso rio tomou. O importante é que sejamos felizes e encontremos, cada qual do nosso jeito, o melhor e mais límpido dos mares lá na frente...
Depois de pensar tudo isso, sou um cara mais leve. E certo de que te amei muito. Porque só o amor resiste ao tempo, às crises, e, mesmo depois de anos hibernando, é capaz de renascer na forma de um querer bem tão bom de sentir.
Seria ingrato demais com a nossa história se fosse diferente! E, graças a Deus, não foi!
Felicidades pra nós!

domingo, 29 de março de 2009

A volta de Marlene Mattos...

Li a entrevista em que a diretora Marlene Mattos abriu o coração para o repórter do jornal Extra. Achei sincera, embora a pauta tenha mais a ver com a vida de Xuxa que, exatamente, com o retorno de Marlene Mattos à TV.
Além de ler a entrevista, li os comentários dos leitores. Entre muitas insinuações maldosas, frases cheias de rancor e sentimento de vingança, eu me deparei com a frase de um leitor que tinha dúvidas em relação à identidade da entrevistada. E indagava:

- É a Marlene ou o Joãozinho Trinta?
Ô gente ruim!!!
Como diria o colunista, pano rápido!

Sorte?

Entro no orkut e me deparo com a (suposta) sorte do dia:
"Hoje você vai ver um biscoito da sorte que você nunca viu antes..."
Eu hein! Fiquei até com medo!

Os pitis das nossas estrelas - episódio de hoje: Datena

Semana passada, no comando do Brasil Urgente, José Luiz Datena entrevistava o delegado responsável pelo caso que envolve o tal ex-jogador de futebol e aquela tal ligação de um atleta do Corinthians.
Falando sobre o caso, Datena revelou já saber a identidade do tal atleta que tinha telefonado para a vítima. E o delegado não gostou. Espia só:

"Um bom policial, mas mal educado!".

Confesso que ri muito dessa frase...

PS.: A dica pro post veio da minha mãe, indignada com o fato de o delegado ter abandonado a entrevista no meio. E segundo ela, o piti do Datena foi bem maior que esse da versão publicada no YouTube. Eu posso imaginar!!!

sábado, 28 de março de 2009

Da série: "a pergunta que não quer calar..." 42

Direto e reto: o que dizer quando se descobre que um galã hollywoodiano tem cecê? Isso mesmo, aquele futum danado?
O gambá em questão é Robert Pattinson, que estrelou Crepúsculo. E, depois de ler a notícia, fiquei aqui pensando que muitas fãs do cara terão um sério motivo para entrar em depressão profunda. Ou para justificar a opção do astro pelos odores (?!?!?) da natureza...

Uma noite no teatro. Com Xuxa, Sasha & cia...

Cumprindo uma promessa, na noite de ontem eu levei, dona Ismênia, minha mãe, para conferir as aventuras de Dona Hermínia, estrela absoluta de Minha Mãe é uma Peça. Nada fora do comum, certo?
Sim, seria. Mas não foi porque, quando entramos no teatro, nos deparamos com Xuxa, Sasha e Luciano Szafir.
Tudo fora do comum, certo?
Estávamos distantes da loira e ficamos, eu e minha mãe, observando as reações das pessoas quando, enfim, percebiam que havia uma estrela - fora do palco - naquele teatro. E foi muito curioso constatar que ninguém passa incólume por Xuxa. Aquela história de brilho, de carisma...acho que é tudo verdade sim!
Encerrada a peça, o ator Paulo Gustavo olhou para Xuxa, que estava na primeira fila, e soltou: "Gente, quando eu vi a Xuxa aqui, quase perdi o texto!". Depois, a loira ouviu que a encenação da noite fora realizada em sua homenagem. E, de quebra, o astro do espetáculo ainda revelou um desejo nutrido na juventude: "ser paquita"!
Ou seja: um programa que tinha tudo pra ser corriqueiro, acabou sendo completamente fora do normal...
E, sim, minha mãe adorou o espetáculo! Sobre o ator, que enfrenta um monólogo com maestria, concluiu: "tem que ter peito pra encarar uma plateia sozinho como ele faz!". E, no fim, admitiu: "toda mãe é uma peça mesmo!"

Hora do Planeta...será?

Não sou de jogar água fria em ninguém e, de cara, já afirmo que, sim, também apagarei as luzes da sala aqui de casa na noite de hoje - nada fora do comum, uma vez que elas já não costumam ficar acesas.
Mas me pergunto: adianta?
Traduzir a preocupação da humanidade com o tema do aquecimento global num apagar de luzes, em pleno século XXI, me parece pouco. Aliás, quase nada! Acho que não é mais novidade que estamos todos preocupados com a situação ambiental. Precisamos rever processos, hábitos, crenças. E não apenas de uma hora às escuras.
Precisamos de governos que encarem como prioritária essa temática. Precisamos que os países que mais poluem parem de ver economia e meio ambiente como pontos antagônicos. Precisamos abraçar um estilo sustentável de sobrevivência. E, sobretudo, precisamos aprender a fazer tudo isso rápido.
Aí sim acreditarei que, como diz a Camila Pitanga no comercial, "ainda dá tempo de salvar o planeta".
Enquanto isso, uma hora na escuridão vai servir mais como mote publicitário para a ONG que promove a ideia - sem julgamentos, ok? Essa hora no escuro não muda comportamentos e mentalidades. Quando muito, vai ser uma boa oportunidade pros casaizinhos mais afoitos fazerem saliência no escurinho...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Da série: "a pergunta que não quer calar..." 41

Acabei de ler na coluna Zapping:
Caramba, esses artistas estão perdendo o rumo, o prumo e o senso! Completamente! Ou alguém acha necessário ter esse tipo de informação?
Acho que tá faltando muito pouco pra sabermos quantas vezes algumas celebridades vão ao banheiro por dia; onde colam as melecas que tiram quando estão ao volante e se engolem ou cospem na hora do sexo oral!!!
Sério: acho que é só o que está faltando...
PS.: Depois dessa declaração, acho que Xuxa é fortíssima candidata a partir naquele famoso trenzinho...o que você acha?

A fortaleza...

Era noite de uma quarta-feira. Pegou o celular e ligou. Alguém atendeu com a voz de quem tinha pressa, mas, ainda assim, conversaram brevemente num tom carinhoso. Desejaram-se coisas boas e se despediram.
Dali pra frente, tudo seria incerteza...
Pensando no que o destino poderia reservar numa daquelas voltas que o mundo dá, pousou os olhos sobre um daqueles relógios de rua e gravou aqueles números: 21:16. A hora em que tinham se falado pela última vez.
Sim, tudo era intenso. O última vez parecia dramático demais; mas, àquela altura, era também possível demais. Afinal, quem nunca foi vítima dos desencontros que a vida nos arma?
Na cabeça, um filme de tantos momentos vividos intensamente passava sem parar. Lembranças de cheiros, gostos, filmes, músicas, palavras, risadas. Só lembranças boas!
Agora, só lembranças...
Com o passar do tempo, foi se cansando de só lembrar. Não foram raras as vezes em que discou novamente para aquele número só para ouvir a voz registrada na caixa postal. E quando o fazia, sentia um misto de alegria e tristeza. E muita saudade!
Até que um dia a voz da companhia telefônica avisou que aquela linha estava desativada...
Mas como desativaria tudo o que ainda estava sentindo?
Jamais achou a resposta! As coisas tomaram o rumo que deviam; o caminho mais acertado. Felizmente, a última vez em que haviam se falado deixou de ser a última em pouco tempo. As notícias boas eram maiores e mais importantes que o vazio e a distância. E o novo cotidiano tratou de mostrar que, quando a base é sólida, não há vento ou tempestade que seja capaz de abalar a construção.
E o que haviam construído despretensiosamente era uma fortaleza!
Ainda agora ela segue de pé. Forte o bastante para superar as chuvaradas e as ventanias de todo um ano...
E quem pode duvidar que é assim, de pé, que ela vai seguir?

Da série: "a luz no fim do túnel é um trem vindo pra cá..." 27

É isso mesmo? Inri Cristo cantando uma versão de Rehab, da Amy Winehouse?
Se não é o fim dos tempos, tá bem perto!
Como diria um amigo, tá tudo errado: hoje em dia o poste tá mijando no cachorro!

quarta-feira, 25 de março de 2009

A frase mais polêmica de Clô...

Enquete encerrada. A frase vencedora foi aquela proferida pelo deputado depois de sua pendenga com a colega de plenário, Cida Diogo. Com timbre calmo, Clodovil disse, quase inocentemente:
- "Eu tenho culpa que ela nasceu feia, gente?"
Confesso: era a minha frase preferida também!
Obrigado aos que votaram. E que Clodovil possa descansar em paz!

Mailbox 2...

Dia desses eu contei aqui que estava recebendo mensagens em minha caixa de entrada sobre a venda de um suposto apartamento meu, avaliado em mais de R$ 400.000,oo (isso mesmo, quatrocentos mil reais!!!).
Infelizmente, não era meu o apartamento.
No entanto, vários lances posteriores se seguiram. Pelas mensagens, notei que o verdadeiro dono da propriedade estipulou em R$ 450.000,oo o valor do apê. O corretor respondia, barganhando. Uma novela!
Quando já estava quase decidido a pedir 10% da venda só por ter acompanhado toda a transação, voltei atrás e liguei para a tal imobiliária comunicando que estava recebendo indevidamente os e-mails relativos à operação. O corretor, gentil e educado, informou que providenciaria a retirada do meu e-mail da lista de contatos da empresa.
Agradeci.
Hoje, alguns dias depois, eis a mensagem que recebi:
"Ac.: Sr. Murilo e Cristiane

Obrigado por nos dar a oportunidade de trabalhar e vender seu Imóvel.

PARABENS PELA VENDA DO SEU APTO.
"
Pergunto-vos: já que não vou morder nada do valor do imóvel, será que dá ao menos pro meu xará me liberar a dona Cristiane? Com todo o respeito, claro...

terça-feira, 24 de março de 2009

Os pitis das nossas estrelas - episódio de hoje: Maria Bethânia, parte II

Bethânia é minha cantora preferida. Gosto de sua voz, de seu rigor na escolha do repertório, do refinamento de seus projetos e shows e do bom gosto presente em tudo o que ela se propõe a fazer. Em tempos de culto a celebridades vazias, Bethânia merece ser separada de tudo isso e reverenciada como grande artista.
E grande artista sabe até o tom exato de dar uma bela bronca numa plateia mal educada. Foi o que ela fez no meio de um show, na Concha Acústica de Salvador. Veja só:
PS.: Além do piti, o vídeo tem também duas belas canções na voz da cantora. Gosto tanto das duas que não consegui editar...


Finíssima, né?
PS2.: Diogo, valeu por mais essa pérola!

Ah, o povo da moda!!!

Dia desses, estava eu na maquiagem me preparando para gravar uma chamada para o novo Salto quando um dos responsáveis pelo figurino do programa veio elogiar meu penteado - que não é novo, mas que ele resolveu reparar agora. Entre muitos comentários sobre o corte, ele soltou uma pérola:
- Ficou ótimo! Esse corte verticalizou o seu rosto!
Sorri, com cara de quem tinha entendido. Mas fiquei imaginando o que seria ter um rosto horizontalizado...
Cada uma...rs!

Dica para os amantes do cinema...

Juro que não ganho nada pra falar disso, mas acho bacana dar a dica pra quem gosta de clássicos do cinema! A Folha de São Paulo lançou uma coleção de dvds de grandes filmes que serão vendidos juntamente com a edição de domingo do jornal. Por R$ 14,90 a mais, o felizardo leva pra casa clássicos como "Casablanca" e "E o Vento Levou".
Acho que vale muito a pena! Quem tiver perdido o primeiro número, publicado no domingo, ainda pode encontrar em algumas bancas de jornais - aqui no Rio, as bancas do Centro ainda estão vendendo. Comprei o meu ontem e, finalmente, vou conferir a saga dos personagens de Clark Gable e Vivian Leigh...
Aliás, esse primeiro número, com "E o Vento Levou", ainda trouxe um dvd extra, com o making of da produção! Tô doido pra ver! Sem falar que todas as edições virão acompanhadas de livretos com os detalhes do filme da semana.

É uma boa ou não é?

A mesmice das novelas atuais...

Sou um apreciador de novelas e quem lê o blog com frequência sabe que não foram raras as vezes em que dediquei posts ao tema. Só que ontem, chegando mais cedo em casa, dei algumas olhadas nas três produções globais do momento e conclui: nunca a televisão brasileira levou ao ar produções tão mornas quanto agora.
Paraíso, apesar do apuro técnico e estético, não é mais que um Pantanal revisitado, atualizado e melhorado, no qual as imagens opacas e sem cor foram transformadas em cenas vivas, com tratamento de cinema e iluminação impecável. Vendo partes do capítulo, fiquei esperando o Velho do Rio surgir na tela a qualquer instante. Déjà vu total!!!
Três Irmãs, confesso, é um enigma! Por mais que já tenha visto cenas isoladas aqui e ali, sou incapaz de perceber de que raios fala essa trama do Antônio Calmon. Agora, inventaram até poderes sobrenaturais para a personagem da Giovana Antonelli. Ou seja: uma salada indigesta!
E Caminho das Índias? Belos cenários, belos figurinos e...só! Glória Perez teria feito uma novela melhor - e, de fato, inédita - se centrasse sua trama na esquizofrenia do personagem de Bruno Gagliasso; esse sim um ator em franco processo de amadurecimento e cheio de talento. É a única coisa bacana da novela! De resto, uma mistura dos clichês que a autora adotou em O Clone e América - com direito a dancinha o tempo todo e àquelas caóticas misturas de expressões do dialento indiano ao português. Uma maluquice só!
Ainda sobre Caminho, vale dizer que, dia desses, conversando com amigos, cheguei à conclusão que a televisão pasteuriza e trata de forma estereotipada todas as outras nacionalidades. Não importa de onde sejam: quando são retratados em novelas, os estrangeiros sempre são espalhafatosos, brigões, falam alto e gesticulam muito. E são intensos, muito intensos! Ou estão felizes demais - e dançam, dançam, dançam!!! - ou estão tristes demais. Pensem bem: foi assim com os italianos de A Próxima Vítima, com os gregos de Belíssima, e agora o (estranho) fenômeno se repete com os indianos da novela das oito...esquisito!
Não por acaso, nunca a audiência da teledramaturgia nacional esteve tão baixa. Será que o povo está cansando de ver sempre mais do mesmo?
E você? Vê novelas? O que tem achado?

PS.: Falei só das novelas da Globo porque encarar uma terceira temporada de Mutantes da Record é demais! Nem por um post eu faria isso! E Revelação, do SBT, não me diz nada. E nada digo sobre ela...! Mas se alguém tiver comentários sobre essas produções, é só falar...

segunda-feira, 23 de março de 2009

Os pitis das nossas estrelas - episódio de hoje: Daniela Mercury

Quem já passou carnaval em Salvador sabe que a bagunça é organizada. Os trios têm um tempo pra passar e as paradinhas diante de camarotes são devidamente cronometradas. Em 2008, parece que andaram impedindo Daniela Mercury de parar seu trio. O resultado? Ela rodou a...baiana! Espia só:

Arretadíssima, não?

Sem (meus) comentários... :(

Turma, de uns tempos pra cá a rotina de responder comentários foi pro saco. Lamento muito, porque gosto muito de bater aquele nosso papo furado, mas a falta de tempo impôs que eu escolhesse entre novos posts e as respostas a cada tópico. Preferi seguir colocando novidades aqui, certo?
Assim que passar essa fase corrida, voltaremos à programação normal!
E, como diria aquele ex-presidente, não me deixem só!!!

PS.: Brigadão ao pessoal que passou aqui no finde. O post sobre o show do Ricky Vallen fez o número de acessos ao blog dobrar e fiquei muito feliz com tantas manifestações de carinho, vindas de tanta gente nova no blog, de todas as partes do Brasil. Isso só confirma e reforça a minha dedicação a esse nosso espaço! E, claro, vamo que vamo!!!

domingo, 22 de março de 2009

Bilhete derradeiro

Saído de mais um plantão no hospital, Renato chegou em casa e sentiu falta de barulho. Sentiu falta do cheiro de comida e da festa que os cães faziam cada vez que voltava do trabalho. Percorreu cômodos, chamou pelo nome da mulher, Marisa, e nenhum sinal denunciava que tinha companhia por ali.
Apesar da crise que se abatera sobre a relação, estranhou. E, estranhando, pôs-se a revirar o armário. Nele, preso no espelho, encontrou um bilhete.
Era a letra dela...

"Apagou. E por mais que tenha sido meu o maior esforço para que essa chama deixasse de arder, foram teus braços que jogaram o balde d'água derradeiro.
Agora, vejo a fumaça subir ao céu e, com ela, acompanho as lembranças de tanto tempo se dissiparem, uma a uma, como que abrindo espaço para novas histórias e novas imagens que espero guardar no futuro.
Congelou. O fogo e todo o resto. Convertidos em gelo, os sentimentos que estavam canalizados para quem não merecia, agora são destinados ao que me dá prazer. Ao que me faz sentir bem, mais e além de tudo isso.
Encerrou. E se nem sempre o fim é belo, não seria diferente numa história em que beleza foi, na maioria das vezes, um adjetivo pouquíssimo apropriado."

Fechou o bilhete, não antes de uma lágrima cair e manchar o papel.
Era o fim...

Quem quer ser um milionário é um filmaço!

Vencedor de oito Oscars, filme passado na Índia joga na cara do espectador as misérias humanas e uma bela história de amor e superação

Fico pensando no que posso dizer sobre o vencedor do Oscar desse ano, naquilo que posso acrescentar diante de todos os elogios que já foram ditos e escritos sobre a produção dirigida por Danny Bole...
Serei breve: Quem quer ser um milionário é um dos filmes mais bonitos que já assisti. Tem de tudo e nos mostra uma Índia bem diferente da que a atual novela global leva ao ar diariamente. A história do menino Jamal é comovente, universal e envolvente. É daquelas que nos prende do primeiro ao último segundo.
No mais, acrescento apenas que, antes de ver Quem quer ser um milionário, jamais poderia imaginar que a cena de um beijo numa cicatriz seria uma das mais sensíveis e delicadas que já tive a oportunidade de ver. E quem já viu o filme vai entender o que quero dizer com essa afirmação.
Quem não viu, que veja!

Recomendo! Mesmo!

Os pitis das nossas estrelas - episódio de hoje: Björk

Sim, caríssimos, esse é mais um episódio da nossa série de flagras de estrelas em momentos, digamos, explosivos. E, como o título do post já denunciou, uma estrela internacional protagoniza o flagra de hoje.
A cantora islandesa Björk, amada por alguns, odiada por outros e incompreendida por muitos, desembarca no aeroporto cercada por jornalistas. E eis que uma repórter de TV pergunta alguma coisa que não agrada muito a artista. O resultado? Espiem só:


Essa é pra Mortal Kombat nenhum botar defeito, né não? Mais difícil que entender o que levou a Björk a essa atitude só mesmo pronunciar o sobrenome da artista: Guðmundsdóttir...

Quem se habilita?

sábado, 21 de março de 2009

Sim, eu fui ao show do Ricky Vallen...

Ex-calouro na TV, cantor é fenômeno no subúrbio do Rio. Em seus shows, esbanja voz e celebra a união com as donas de casa, o público mais fiel que um artista pode encontrar...

Quando minha mãe me chamou para ir ao show do Ricky Vallen, já o fez de forma descrente. Fã do cantor, revelado no programa de calouros do Raul Gil, ela sabe que aquele não é o meu estilo favorito de música.
Por isso, ela se surpreendeu quando disse que, sim, topava conferir uma apresentação do artista.
E lá fomos nós...
Chegando ao clube, avistei um monte de senhoras, todas vestindo roupas de festa. Todas alegres e ansiosas. E comecei a entender a origem do fenômeno Ricky Vallen...
Aqui, uma explicação: em bairros do subúrbio carioca, Ricky é pule de dez entre os cantores mais populares. Seus shows são sempre lotados e o público, fiel, faz questão de seguir o artista em lonas culturais, clubes e teatros de pequeno e médio porte. É esse público que fez o primeiro cd do cantor ficar por vários meses na lista dos mais vendidos no país, perdendo apenas para o furacão Ivete Sangalo que, no mesmo ano de 2007, lançou o arrasa-quarteirão Multishow Ao Vivo no Maracanã. Ou seja: sim, Ricky Vallen é um fenômeno!
De volta ao show. Os gritos quase abafaram os primeiros acordes da banda quando o cantor entrou no palco, vestindo uma calça jeans e uma camiseta preta; bem diferentes dos figurinos extravagantes e pouco usuais que já são uma marca do artista. Simples na roupa, Ricky parece ter guardado toda a exuberância para as interpretações da noite. Dono de uma voz que parece não conhecer limites, o cantor enfileirou um repertório eclético, que foi de Ângela Maria a Daniela Mercury, passando por Lenine, Vander Lee e Elis Regina.
O amor é tema dominante no show e favorece as firulas que o intérprete parece gostar de fazer quando canta. É inegável que Ricky Vallen se empenha para deixar a sua marca em cada uma das canções que canta. Inventivo, quer deixar a sua identidade estampada em cada uma das músicas que interpreta.
E aí é que está: pra mim, Ricky vai por um caminho complicado. Caminho que, em muitos momentos, esbarra no exagero. Se fôssemos amigos, diria a ele que suas interpretações ficam muito mais bonitas quando o canto é mais contido e quando os arroubos da garganta não têm tanto espaço.
Mas não é isso que a plateia espera dele. E, esperto, o cantor sabe disso! A cada nota mais alta, a cada agudo impressionantemente alternado com um grave, os aplausos explodem e coroam um tipo de canto sem igual nas rádios e na TV atualmente. Diferente de tudo o que se vê e ouve por aí, Ricky Vallen cunha sua identidade de costas para todos os críticos de seu estilo. Preferiu dar as mãos ao público, com quem aproveitou para celebrar o seu primeiro grande sucesso, Vidro Fumê, música que vem ocupando os primeiros lugares nas FMs populares desde o último mês de novembro e foi incluída na última turnê de Adriana Calcanhotto.
Quase no fim do show, quando eu já estava certo de que aquele não era mesmo o meu lugar, Ricky juntou Milagres do Povo, Pérola Negra e Maria, Maria. Um medley improvável e, surpreendentemente, perfeito! Desceu do palco e percorreu todos os cantos do clube, nos braços da plateia. Colocou todas aquelas senhoras para dançar, de mãos para o alto, batendo palmas e sorrindo junto com ele. Ganhou e distribuiu abraços, beijos e acenos.
Distante da minha mãe, que estava numa mesa lá na fila do gargarejo, olhei e vi uma menina feliz, sorrindo, dançando e cantando; seguindo com os olhos o caminho que o artista fazia pelo clube enquanto ele passava lá no fundo do ginásio, bem na minha frente.
Nessa hora, revi meu prognóstico e entendi esse fenômeno popular que é Ricky Vallen. Casado com o mais fiel e conservador dos públicos, aquele composto pelas donas de casa, Ricky esbanja carisma e sabe acarinhar a multidão de tias, mães e avós que são o motor maior de seu sucesso.
E se antes eu cheguei a pensar que nunca mais veria um show dele, deixei o clube de mãos dadas com minha mãe, certo de que, pra vê-la novamente tão feliz, faria isso muitas vezes mais.
Quanto ao Ricky, não tenho dúvida de que é um grande artista. Resta saber se terá força para seguir em frente com seu estilo próprio, diante de uma indústria que sempre busca homogeneizar para vender mais...
E digo mais: adoraria entrevistar esse cara! Quem sabe um dia?

sexta-feira, 20 de março de 2009

Os pitis das nossas estrelas - episódio de hoje: Caetano Veloso

Certa vez um jornalista do The New York Times publicou uma notinha maldosa, insinuando que Caê e Gil estavam habituados a cruzar o Brasil vestidos de mulher. Gil parece ter encarado a falsa notícia numa boa.
O mesmo não se pode dizer de Caetano, que foi ao extinto Jô Soares 11 e meia, do SBT, e jogou no ventilador...



Esse é um piti daqueles, né não?

Q: uma avenida cheia de graça!

Elenco de primeira, texto repleto de boas tiradas e produção impecável: ingredientes infalíveis de Avenida Q, o mais recente espetáculo de Charles Möeller e Claudio Botelho...

Nunca fui fã de musicais e não falo isso com orgulho. Encaro como uma limitação minha o fato de clássicos do cinema como "A noviça rebelde" e "Mary Poppins" jamais terem chamado minha atenção, permanecendo inéditos pro blogueiro aqui até hoje.
Por isso, quando fui ao teatro na última noite de quinta-feira, não tinha grandes expectativas. Mas, depois das duas horas de "Avenida Q", deixei a sala com a certeza de ter visto um grande e divertidíssimo espetáculo!
Misturando bonecos manipulados por atores e atores que não manipulam bonecos, o musical conta a história de um jovem que chega a um lugar que parece abrigar todos os fracassados da paróquia. Princeton, o protagonista, chega à Avenida Q em busca de um rumo para a sua vida. E é a partir dessa busca que os conflitos e as tiradas sensacionais do texto são oferecidas ao público.
Nos Estados Unidos, onde está em cartaz há seis anos, Avenida Q é considerado um musical politicamente incorreto. Aqui no Brasil, país naturalmente vocacionado para o deboche e a galhofa, o tom e o efeito do texto ganham novas dimensões. Mas não perdem a graça. Seja na hora de rir de Rod, o boneco-gay-enrustido; ou na hora de uma bombástica conversão da boneca-gostosona a uma igreja evangélica; não importa: a graça está lá o tempo todo!
As músicas são igualmente divertidas e impressionantemente bem executadas pelo elenco. Destaco a linda voz de Claudia Netto que, se não fosse atriz, certamente poderia enveredar pela carreira de cantora. Mas, atriz de primeira e com toda a sensibilidade que uma comédia requer, Claudia protagoniza muitas das cenas mais engraçadas do espetáculo e arranca inúmeras gargalhadas da plateia.
Entre os homens, o destaque é André Dias, que manipula/interpreta/canta como dois bonecos. Usando vozes diferentes e com uma expressão impressionantemente idêntica a dos seres de espuma e pelúcia que carrega e movimenta com as mãos, André sustenta boa parte da ação do musical sem perder o fôlego, o tom e a graça que um protagonista deve ter. Talento dos grandes!
Aliás, um parêntese: impressiona a habilidade que o elenco demonstra para manipular e contracenar com os bonecos, sem que a ação se torne farsesca em momento algum. E aqui vai uma revelação que apurei lá no teatro: nenhum dos atores tinha experiência com manipulação de bonecos antes. Impressionante!
Cenário e iluminação ajudam a tornar ainda mais apropriado o substantivo espetáculo que, em Avenida Q, ganha ares de adjetivo. Figurinos e direção de arte também são inspiradíssimos e, para falar de um único destaque, cito a (maravilhosa) cena do casamento de Japaneusa e Brian, quando as luzes se apagam e...supresa!
O texto, além de graça e deboche, tem um jeito meio inocente de tocar nas misérias humanas. É bonito, sem ser piegas. E deixa a plateia mais leve depois de uma noite de muitas risadas...
Recomendo! Pra quem é fã de musicais e pra quem, como eu, não sabia o que está(va) perdendo!!!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Da série: "a luz no fim do túnel é um trem vindo pra cá..." 26

Até hoje eu julguei que sabia todas as histórias e mitos que envolvem os japoneses e os órgãos sexuais masculinos.
Estava enganado...
Leia essa notícia do G1 e veja o porquê.
Mas repare na felicidade que toma conta dos felizardos que estão carregando o...objeto de culto.
Cada uma! Francamente!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Brit premiado!!!

Olhem só que bacana: o Brit, um dos leitores mais assíduos aqui do B@belturbo, acaba de ganhar um prêmio! Calma, calma: ele não foi sorteado na mega-sena não! O Brit, que tem um blog todo escrito na língua da rainha, escreveu um belíssimo poema dia desses. E esse poema foi selecionado como um dos melhores posts do dia de ontem, no blog de um conhecido escritor e fotógrafo indiano, o David McMahon. David é autor do best-seller "Vegemite Vindaloo", que ficou vários meses na lista dos mais vendidos.
Bacana demais! Brit, parabéns pelo prêmio e obrigado por ter me avisado! É bom ver os amigos felizes! Ah! E quando acertar na mega-sena, avisa também! Se possível, depositando uma parte na minha conta, ok?rs...

Os pitis das nossas estrelas - episódio de hoje: Vitor Fasano

Essa é uma das cenas mais agressivas que já vi na televisão. O destempero do ator Vitor Fasano depois de uma brincadeira de Rodrigo Scarpa, o Repórter Vesgo do Pânico na TV é um dos maiores pitis já televisionados no Brasil. Veja:


Faz anos que não vejo alguém ter um ataque de perereca assim!
E você? Acha que o ator tem razão?
Comentaê!

Olhem para a lente da verdade...

Como previu Raphael Crespo, blogueiro, coleguinha, especialista em telemarketing e no jornal carioca Meia Hora, a manchete do periódico mais engraçadinho do Rio de Janeiro não poderia ter sido outra:

Na boa? Não sei o que é pior: a manchete ou aquela polêmica enquete da comunidade no orkut...

E vocês, o que acham, hein?

E Dado foi preso...

A prisão do Dado Dolabella é polêmica. Pra mim, chegou com atraso: ele devia ter sido trancafiado logo que a perícia comprovou suas agressões contra a Luana Piovani e a camareira do teatro. Acho que lugar de covarde é na cadeia!
Nesse caso, pode-se dizer que a Justiça tardou mas não falhou. Ainda mais depois que o ator deu declarações imbecis, afirmando que muitas mulheres o assediavam dizendo" "Dado, pode me bater!". Sem falar na foto, infeliz, com a tal fita métrica no camarote do carnaval carioca...
Enfim, Dado apenas está pagando pelos erros que cometeu. Espero que sirva de exemplo pra outros "machões" que se acham no direito de fazer e acontecer, contra tudo e contra todos.

Mais de 1800 posts!!!

Caramba! Tanto assunto que eu até esqueci de registrar que, hoje, o B@belturbo superou a marca de 1800 textos publicados!
Muita coisa, né?

Sobre o Observatório de ontem...

Excelente o programa Observatório da Imprensa de ontem. A produção da TV Brasil debateu o papel do entrevistador e o time de convidados era de primeira: Leda Nagle, Roberto D'Ávila e Edney Silvestre bateram um bolão, pautados pelas perguntas perspicazes do grande Alberto Dines e baseados no filme “Frost / Nixon” de Ron Howard.
No meio do papo, Leda revelou qual são, na sua opinião, os piores tipos de entrevistados: os que não falam ou ficam monossilábicos e os que não têm competência pra falar do assunto para o qual foram pautados.
Concordo plenamente com a Leda! Nesses quase 10 anos entrevistando pessoas dos mais variados tipos, já peguei alguns maus entrevistados que se enquadravam nessas duas categorias. E garanto: não é moleza fazer a entrevista render nesssas circunstâncias!
Enfim, o Observatório da Imprensa de ontem foi um programão! E eu recomendo, principalmente, pra turma que passa por aqui e está estudando Comunicação. É imperdível e mais interessante e produtivo que muitas aulas da faculdade...

Mais uma no meu trem pra PQP...

Depois de ler na Zapping que o "A casa é sua" teve picos de oito pontos no Ibope ontem, ao noticiar a morte cerebral do Clodovil, decidi: Sônia Abrão tem lugar garantido no primeiríssimo vagão do meu trem pra pqp!
Vai gostar de explorar a morte alheia assim lá...na pqp!!!

Pra me explicar...

Fiz um post sobre a tal comunidade do orkut na qual alguns participantes fizeram um bolão para acertar a data de morte de Clodovil. Em momento algum disse que achei graça da "brincadeira". O que queria ao publicar a história aqui era discutir os limites do humor. Mas acho que a turma não embarcou nessa...
Mas que fique claro: fazer piada com a morte, definitivamente, não é a minha. Salvo raras exceções, como a do padre baloeiro, em que as circunstâncias absurdas acabam se tornando maiores que a tragédia.
É isso!
E vamo que vamo!

terça-feira, 17 de março de 2009

Os pitis das nossas estrelas - episódio de hoje: Ângela Rô Rô

Início dos anos 80, Rede Bandeirantes. O programa? Boa Noite Brasil. A apresentadora? Cidinha Campos. A entrevistada? Ângela Rô Rô.
Tudo parecia ir bem até que a entrevistadora resolveu adotar um tom mais, digamos, contundente em suas perguntas. O resultado? Espia só...

Na boa? Nesse caso, acho que a Cidinha atravessou o limite da grosseria.
E você, o que acha?
Comentaê!

Um post sobre Clodovil...

Por mais que tenha se tornado um personagem um tanto caricato, alvo fácil de humoristas, Clodovil é um nome importante na história da televisão brasileira. Primeiro, por ter conquistado o respeito de um público fiel, em grande parte composto por mulheres, num país tão preconceituoso quanto o Brasil. Isso lá no início dos anos 80, em plena ditadura militar.
Além disso, Clodovil também realizou algumas boas entrevistas e foi precursor no estilo de bate papo informal seguido, hoje, por Ana Maria Braga, por exemplo. Sem falar na coragem para colocar o dedo, sempre em riste, em algumas das maiores chagas da sociedade.
Mas a habilidade que demonstrava para conquistar a audiência faltava nos bastidores. Reza a lenda que ele chamou Maysa de bêbada na frente do filho dela. Resultado? Foi demitido da Rede Manchete. Na mesma emissora, também foi demitido em 1988, depois de chamar a Consituinte de prostituinte. Sem falar nas inúmeras encrencas com patrocinadores e nas polêmicas (inúteis) com celebridades, o que só contribuiu para que sua permanência na telinha se tornasse insustentável. Uma pena, porque numa época em que todos os programas femininos já pareciam ter sido produzidos seguindo os mesmos moldes, Clodovil era o diferencial: tinha estilo incomparável. E inigualável.
Numa entrevista à Revista Época, o estilista, apresentador e deputado federal disse que ser o seu maior inimigo. Prova de que ele conhecia os próprios erros.
Vítima de um AVC no meio de uma noite solitária, Clodovil deixou essa vida hoje. Que descanse em paz e possa, enfim, encontrar a mãe adotiva, de quem tanto falava.

Mas esse não é um post jururu! Não combina com o Clodovil e nem com o blog! Portanto, está no ar uma enquete pra eleger a mais polêmica das frases ditas por esse grande personagem da televisão brasileira.
Bora votar?

segunda-feira, 16 de março de 2009

Os pitis das nossas estrelas - episódio de hoje: Maria Bethânia

O YouTube é mesmo um paraíso (duvidoso, claro!). E graças ao vídeo que acabei de assistir, resolvi lançar uma nova série aqui no B@belturbo, inteiramente dedicada aos barracos protagonizados por algumas estrelas brasileiras.
Pra inaugurar a série, ninguém melhor que a maior intérprete da MPB: Maria Bethânia.
A situação é a seguinte: no meio de um show, enquanto a baiana interpreta uma canção, o iluminador resolve experimentar uma nova coloração e tasca uma luz verde em cima da cantora. O resultado? Confiram o que Bethânia achou no vídeo.
(Se for muito ansioso ou se preferir, vá direto para 1 minuto, ok?)

Sensacional! Mas que o iluminador deve ter se achado o mais perfeito banana, isso deve!

PS.: Valeu pela dica, Diogo!

Um raio-x das visitas ao blog...

Semana passada, eu li no blog do coleguinha Raphael Crespo um ótimo post com a análise dos dados do contador de acessos. Ri muito com as expressões non sense que acabaram gerando visitas para o blog do Raphael.
Desde então, fiquei com a pulga atrás da orelha. E nessa madrugada insone, resolvi fuçar o relatório de acessos do B@belturbo, com os dados computados desde 2007 - o ano em que habilitei o serviço que monitora as visitas ao blog.
Primeiro, fiquei feliz - e surpreso - com as mais de 33.000 visitas ao B@belturbo desde então.
Depois, fui fuçar a origem dos visitantes. E fiquei até orgulhoso: entre as 10 buscas que mais geraram visitas ao blog, três estavam diretamente relacionadas a esse cantinho. A palavra que mais gera visitas ao blog é... "babelturbo"! Somado às buscas pelo meu nome e à "blog murilo ribeiro", dá a medida de que, sim, o blog anda conhecidinho pelas bandas da internet.
Mas é claro que não faltam dados curiosos. Muita gente chega aqui procurando por "loiras famosas". Ou por "famosas loiras". Também há os que chegam buscando por "som de aplausos". Até me lembro de já ter falado de algumas loiras, mas nunca postei som de palmas aqui. Ou seja: tem visitante saindo frustrado do blog...
"Quero sua risada mais gostosa", nome de música de Ivan Lins que usei como título de post, está entre as 10 maiores fontes de acessos.
E a polêmica entre "Xuxa e a Igreja Universal" é mais uma importante geradora de visitas ao B@belturbo.
Fora da lista dos 10+, vale regitrar que os nomes das lindas "Isabella Saes e Luiza Sarmento" também trazem muita gente pra cá. Assim como a busca pelo post sobre o sinal que cobre parte do "rosto da atriz Graziela Moretto".
E, claro, comprovando que o povo adora uma sacanagem, muita gente chega aqui procurando a combinação "Leila Lopes + Carlos Bazuca"; ou ainda "Espelho no teto" e "Filme antigo de Xuxa". Sem contar que tem gente que chega aqui procurando por detalhes da anatomia íntima do tal Bazuca. Ô baixaria!!!
A prova de que esse é um blog família vem do alto número de visitantes que chegam aqui buscando..."imagem do arco-íris para colorir".Ou seria coisa do movimento gay? Será a mesma turma interessada em ver a foto da Bazuca do ator pornô?
Enfim, desvendar a caixa preta do contador de acessos é divertidíssimo! E queria dividir isso com vocês que, aliás, fazem essa história toda ter ainda mais graça!
[]s pra quem é de []s e Bj pra quem é de Bj!
E vamo que vamo!!!


Mais uma piada sobre Clodovil?

Recebi o link por e-mail, agorinha. Sem mais comentários, vou direto à notícia: criaram um bolão no orkut para acertar a data da morte de Clodovil, internado em estado grave desde ontem, quando sofreu um AVC.
O título da comunidade? "Adeus Clodovil".
Agora uma pergunta: você acha que há limites para o humor?

domingo, 15 de março de 2009

Ói, ói o trem...

Dia desses, num delicioso papo furado de camarim, uma linda colega apresentadora lá da TV Brasil cunhou uma expressão deliciosa para falar sobre aquelas pessoas que nos enchem o saco. Para a coleguinha, esse povo merece embarcar num trem pra pqp.
Fiquei pensando nessa história e imaginando que a fila para embarcar no meu trem para a pqp faria inveja ao rush da Central do Brasil (a mais importante estação ferroviária do Rio de Janeiro).
Mas, como sou um cara ponderado - como alguns amigos adoram dizer!!!rs - logo esquecia o trem pra lá e voltava aos afazeres da vida. Afinal, tenho coisa mais importante a fazer do que ficar pensando em quem posso embarcar numa viagem para a pqp...
Só que ontem, ao acordar, vi minha mãe lendo os jornais. E, no suplemento de TV de um deles, lá estava uma atriz sessentona, toda photoshopada, posando de gatinha. A matéria não era sobre nenhuma peça de teatro, novela ou filme; era um mergulho na intimidade da estrela.
Parênteses: como incoerência pouca é bobagem, há uma semana, a mesma atriz esteve no programa do Serginho Groisman criticando as invasões da imprensa...
Bom, nem perdi meu tempo lendo a tal matéria. Mas, qual não foi a minha surpresa ao acessar a internet e me deparar com fotos e mais fotos da atriz com seu novo namorado, 42 anos mais jovem? Era um festival de cliques: ela com o rapaz, ela com a sogra e o rapaz, ela em cruzeiro romântico, ela beijando o cara no aeroporto de São Paulo, ela, ela, ela...!
Então, senhoras e senhores, anuncio: Susana Vieira está no primeiro vagão do meu trem pra puta que pariu! Assim mesmo, com o palavrão cabeludo grafado em toda a sua vulgaridade e esplendor!
Na boa, sem ressentimentos! Mas como pode alguém que amargou recentemente o pão que o ex-marido amassou, com uma bruta exposição, voltar à público e oferecer sua intimidade assim, de bandeja? E não venha me dizer que esse é o preço da fama, porque nunca vi flagras da intimidade de Marília Pêra ou de Fernanda Montenegro! Se Susana quer sossego, respeito e privacidade, deveria começar nos privando dos detalhes da sua vida íntima.
Eu, pelo menos, me dou por satisfeito em admirar seu talento nos trabalhos que faz na TV e no teatro. Dessa Susana, confesso, sou grande fã!

Bora fazer blogterapia? Então desabafe! E você? Mandaria quem num trem pra PQP?
Vamos encher os vagões restantes desse trem!!!


PS.: Mais detalhes sobre o trem pra pqp você encontra aqui, em texto da cálega Bárbara Pereira.

Ensinamentos do (meu) momento...

Mesmo as pessoas boas são capazes de fazer grandes merdas.

Essa frase, que ouvi quase como um ensinamento de alguém com quem tenho aprendido muito nessa vida, é quase terapêutica. E nos faz pensar que, muitas vezes, é o nosso elevado nível de cobrança que dá a dimensão das dores e dissabores que temperam o cotidiano.
Por outro lado, também ajuda a tirar a venda dos olhos daqueles que são incapazes de reconhecer os erros cometidos pelas tais boas pessoas...

Chega uma hora em que você sente a necessidade de parar e respirar, não pode entrar numa de achar que tem que estar bombando o tempo todo!

Acredite se quiser, essa quem me disse foi Ivete Sangalo, numa entrevista que fiz com ela. É claro que ela falava sobre a carreira e o sucesso; mas acho que a máxima da baiana vale pra muitas outras circunstâncias. E confesso: estou num momento de respiro; de renovação. Afinal, viver é se reiventar. E pra reinventar, a gente precisa estar com energia...
E você? Tem alguma frase bacana pra compartilhar?
Comentaê!

Quando a fé remove...regras!

Passando de carro, avistei uma igreja.

Olhando para a igreja, vi um cartaz.

Lendo o cartaz, vi um vacilo gramatical...
E pensei: se dizem que a fé remove montanhas, por que ela não removeria um "o" e um "~", né?


PS.: Pra não me acusarem de preconceito, borrei no paint o nome da igreja, ok?

Vingança de figurinista - PARTE III

Sim, caríssimos, agora eu tenho certeza de que o glorioso Fausto Silva deve ter feito algo muito ruim contra o responsável pelo seu figurino no Domingão. Olhem o modelito de hoje:

É ou não é pra achar que o figurinista garrou ódio dele, tanto no pessoal quanto no profissional???


PS.: A parte 1 dessa série começou
aqui. A segunda parte, a blogueira, leitora e amiga Kika Gada postou aqui. E você? Tem mais flagras de figurinistas inspirados? Mande pra HotLine do blog!

sábado, 14 de março de 2009

Provérbio economês...

"Em tempos de crise, não chore: venda lenços!"

A bela frase eu vi agorinha no orkut de um amigo economista. É um perfeito exemplo daquela história de transformar os limões que a vida nos dá em limonadas, né não?

Anjinho x diabinho...

Batendo um papo com uma amiga pelo MSN, reparei uma frase na parte inferior da janela do mensageiro instantâneo. Botei reparo e...ei-la:

Confesso: nem eu sei essa resposta! Mas alguma coisa aqui dentro diz que já vivi momentos mais angelicais...

Sim, estamos vulneráveis...

Navegando por aí, lendo um pouco sobre política, cheguei ao excelente blog de Lucia Hippolito. Além do post sobre as tensões internas que marcam esse momento pré-eleitoral no PSDB, li o texto em que Lucia narra o dia em que foi vítima do já famoso golpe da ligação dos sequestradores.
Pra quem - incrivelmente - ainda não conhece, nesse golpe os bandidos telefonam para a casa de alguém e, simulando a voz chorosa da vítima, extorquem o familiar desavisado ameaçando matar o suposto refém. Só que não há refém, porque não há sequestro.
Esse golpe é covarde até a última gota! Sei de pessoas que já passaram maus bocados diante de uma ligação desse tipo, inclusive na minha família. Em casa, a orientação é manter a tranquilidade e nunca acreditar num telefonema dessa natureza. E, assim que possível, ligar pro celular e confirmar que tudo não passou de um golpe.
No caso da Lucia, chegou a ser patético: ela não tem filhos, mas deu corda para ouvir até onde ia a canalhice dos bandidos. Ainda sim, conta a jornalista, depois da ligação, o sentimento não era dos mais agradáveis. Ela cita uma desconfortável sensação de vulnerabilidade.
Entendo perfeitamente. É essa sensação que nos persegue atualmente, onde quer que a gente vá. A sensação de que a qualquer instante alguma coisa vai acontecer e, pior, de que estamos completamente desprotegidos para enfrentá-la. Antes, esse sentimento nos perseguia fundamentalmente quando era preciso sair de casa. Mas, de uns tempos pra cá, nem trancafiados nós conseguimos um pouco de sossego e proteção.
Proteção? Só a divina mesmo...

Mais uma do ditador fanfarrão Chávez...

Essa história do Hugo Chávez criar caso com a exposição "Corpo Humano: real e fascinante" é o fim da feira! Acabo de ver no Jornal Hoje uma declaração do venezuelano, se dizendo chocado com a exibição de "corpos humanos diante do nosso nariz". Uma palhaçada!
Quando a exposição esteve aqui no Rio, no fim do ano passado, eu não fui ver. Não é o tipo de trabalho que me mobilize; mas é inegável o fascínio que as peças expostas acabam exercendo até sobre os mais conservadores, como eu. Vi muitas imagens registradas por uma equipe da TV Escola, que foi fazer uma reportagem na mostra. E é tudo impressionante! Há, por exemplo, um corpo humano todo fatiado, como se fossem carrés. Sem falar na vitrine que mostra todo o sistema circulatório do corpo humano - e só ele - sem ossos, músculos e órgãos. Realmente fantástico!
Fico imaginando o impacto daquelas imagens para os estudiosos de Biologia, Fisiologia, Anatomia; e até mesmo para os estudantes mais jovens. Uma oportunidade de conhecer o corpo humano sem aquele cheiro de formol que ronda os laboratórios das faculdades de medicina.
Mas para o Chávez, é tudo chocante. Engraçado: pra mim, chocante é manter uma população coagida, refém de um projeto de poder ambicioso, que impõe e viola regras a todo o tempo.
Chocante, pra mim, é ver uma ditadura como a do Chávez em pleno século XXI...

O pequenino Léo Batista...

Sacanagem! Colocaram o veterano mais boa-praça da Globo (ou melhor, boa-pracinha) pra entrevistar um grupo de jogadores de basquete no Globo Esporte. Num dado momento, o pequenino Léo exclamou:

- Olha o vexame que eu estou passando!
Coitad...inho!

PS.: Sou fã do Léo Batista, um dos pioneiros da TV brasileira. E acho que ele tem uma naturalidade pra falar de esporte que passa longe do tom over que predomina nas coberturas esportivas. É pra cima, sem ser forçado. Um mestre!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Baseado em fatos reais. Muito reais...

Sexta-feira 13, início da noite. Uma tempestade de raios castiga o Centro do Rio. Todos se assustam com a quantidade de descargas elétricas que descem dos céus e julgam inevitável que, em poucos instantes, desabe uma tempestade daquelas.
Todos, menos a filha de Iansã, a deusa dos raios, ventos e tempestades:
- Não, gente! Não vai chover forte não!
Diante dos praticamente incontestáveis indícios da chuvarada que estava por vir, todos se entreolharam e prefiriram não contrariar as palavras da moça, vestida de branco como em todas as outras sextas-feiras.
Mas não tardou para que o temor se justificasse e o temporal desabasse...
- Tá vendo? Não disse que ia cair um dilúvio? - alguém disse.
- É que eu achei que Iansã tinha me dito que não ia chover forte assim - explicou-se a mulher.
- Caramba! Então Iansã mentiu pra você! - rebateu um ser sem luz, tentando fazer intriga com o nome do orixá.

Ô gente ruim!!!

Victoria Bekcham tá virando um filé de borboleta!!!

Olhem essa foto e reparem o pescocinho da ex-Spice Girl:

Agora me digam: é bonito isso?
Tudo bem que todo mundo queira ficar em forma, perder os quilinhos extras e manter uma aparência bacana. Mas dentro dos limites do que é saudável, né?

quinta-feira, 12 de março de 2009

Lente da verdade...

Absolvido da acusação de infidelidade partidária, o deputado Clodovil Hernandez declarou que fez campanha com o coração.
A notícia tá no G1.
Pergunto-vos: com qual parte do corpo votaram os mais de 400 mil cidadãos que o elegeram, hein?

O epitáfio

3° ato. Só em cena, vira-se para a plateia:

- Então o amor é isso, senhoras e senhores? É esse bando de mentiras que nos contaram a vida toda? É esse sentimento dessas pessoas que mentem, que são covardes, que usam umas às outras e que só estão atrás de satisfazer as próprias vontades, por mais que demonstrem e digam o contrário? É isso? (chora copiosamente). É isso que nos dizem ser o mais belo dos sentimentos, o mais puro, o mais verdadeiro? Pois se for, me digam, senhoras e senhores: onde estão essa beleza e essa verdade? (pausa, seca o rosto e segue) Fico pensando em quantas vezes me violentei em nome de um amor que eu julgava merecedor de toda a entrega de que fosse capaz; na quantidade de vezes em que passei por cima dos meus próprios sentimentos, do meu amor-próprio, apenas por acreditar que aquele seria o melhor caminho. O que recebi? Desprezo e uma coleção de mentiras, todas cheirando à covardia e egoísmo. Podem se queixar do meu amargor, podem dizer que estou sendo pessimista. Podem até deduzir que me falta maturidade. Enfim, podem concluir o que quiserem. Mas digo apenas que finalmente descobri que, nesta vida, muitos falam em nome de um sentimento que apenas poucos realmente seriam dignos de mencionar!

quarta-feira, 11 de março de 2009

A mídia e o fim de Patrick Swayze...

Acabo de ver a capa de um tablóide americano que flagrou o ator Patrick Swayze completamente debilitado pelo avançado estágio do câncer. Não satisfeita com a força das imagens, a publicação ainda estampou uma das manchetes mais sensacionalistas que já vi: "THE END", assim mesmo, em letras garrafais.
Achei absurda essa publicação! Vai contra todo e qualquer tipo de respeito ao sofrimento alheio, tanto do próprio Patrick quanto de seus parentes e fãs. Sem contar que o ator optou por abandonar o tratamento para morrer em paz e, com uma invasão dessa natureza, paz e tudo o que ele não vai ter...
Lamentável! É o tipo de coisa que me faz sentir vergonha por viver num mundo em que o sofrimento dos outros é tratado como possibilidade de negócio e lucro...

PS.: Igualmente lamentável é ver o poder de devastação dessa doença absurda. É triste pensar que a medicina avançou tanto e, ainda assim, nada consegue superar esse mal. A gente sabe que doença é para todos, mas, ao ver um cara como o Patrick Swayze, que até pouco tempo era galã de Hollywood, do jeito que está, a gente pensa que a vida passa muito rápido. E que ninguém está livre de nada nesse mundo...

Gente nova (e boa) no pedaço!

Olha que bacana a surpresa que eu tive hoje: quase um ano atrás, eu gravei uma reportagem no Complexo da Maré, com uma galera que tem produzido imagens bem bacanas do cotidiano daquelas comunidades, que sempre aparecem na mídia associadas a episódios violentos.
Foi lá que eu conheci e entrevistei o Valdean, um dos jovens dessa turma cheia de talento. E não é que, passado quase um ano, o Valdean voltou ao blog e passou a ser um dos seguidores do B@belturbo?
Muito bacana! Conhecer gente assim é um dos grandes baratos dessa minha profissão!
Valeu, Valdean! Seja bem-vindo ao Mural de Leitores!
E vamo que vamo!

Da série: "a luz no fim do túnel é um trem vindo pra cá..." 25

Ah, o pagode de FM popular! Fenômeno nos anos 90, o sambinha rame-rame agoniza, mas tá que nem o Jason da franquia Sexta-Feira 13: ruim de morrer pra dedéu! O revival da vez é do Grupo Molejo que, creia, lançou música (?!?!?!) nova. A música (?!?!?!?!) fala de um cara que tem trabalhado e se esforçado pra conquistar a amada, mas ela não reconhece. O cara parou de beber e de fumar, diz que não faz mais festa no apê, que voltou a correr e ficou magrinho, que parou de falar palavrão e...nada!
No meio do pagode, pede uma chance e, diante da negativa, chama a gata de covarde!
E volta às origens: diz que não aguenta mais a rotina estressante, que o pulmão sabe que é fumante e ameaça: vem logo ou você vai ver!
E o refrão é sutil até dizer chega: "vou voltar pra sacanagem, pra casa de massagem..."

É mole? É, é mole...jo!

PS.: Valeu por mais essa dica, Juninho!

Areando...

De uma amiga encalhada, sobre a velha metáfora que envolve tampas e panelas para falar sobre o par perfeito que, supostamente, todos temos:
- Se essa história for real, então só tenho duas alternativas pra explicar minha solteirice prolongada: ou todas as tampas estão amassadas ou a minha panela é um modelo único, daqueles feitos de barro...

Como diria o colunista: "pano rápido"...

terça-feira, 10 de março de 2009

Pra Bella...

Existem dias em que a gente sente que nossa energia tá lá no pé. As causas podem ser várias: cansaço, chateações cotidianas, decepções pontuais e até mesmo aquela tristeza fora de hora que pode pintar a qualquer instante. E quando nos vemos diante dessa situação, nem sempre é fácil buscar novas fontes de energia...
Hoje foi um desses dias pra mim. E encontrei uma carga extra num abraço que recebi de uma amiga querida que não vejo há um tempinho: Isabella Saes. Linda, com um sorriso cativante e cheia de palavras carinhosas, Bella me deu um abraço e me mostrou um pouco do cara que eu sou quando a carga tá cheia: pra cima, bem humorado e sempre disposto a fazer a vida dos amigos mais colorida.
Exatamente como ela!
Portanto, Bella querida, saiba que você fez a minha vida se colorir essa noite, quando eu já estava me acostumando a ver tudo em tons de cinza. Brigadão, viu?
Um beijo e até o nosso chope! ;)

CQC devolve o humor às noites de 2ª...

Ontem, dei uma espiadinha na estreia da temporada 2009 do CQC. E, pelo pouco que vi, deu pra perceber que os caras voltaram afiados das férias. Entre as novidades, gostei muito do quadro Controle de Qualidade. Ver alguns dos parlamentares brasileiros boiando sobre a localização de Guantánamo foi impressionante! E revela bem o nível dos políticos brasileiros...
Nada que a gente já não soubesse, mas...mais um ponto pra turma do humorístico da Band!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Aos 80, Hebe ainda é uma gracinha...

Oito décadas de vida e mais de cinco de televisão. É ou não é uma trajetória invejável?
Números que dão a dimensão do que Hebe Camargo significa para o star system brasileiro...
Hoje eu cheguei em casa a tempo de ver alguns trechos do programa especial que celebrou os 80 anos da loiruda e matei as saudades de ver em ação uma das maiores personalidades da história da televisão brasileira. Uma homenagem simples e merecidíssima...
Sem falar que chegar aos 80 com o espírito jovem como é o da Hebe é uma dádiva! Êta mulher animada!
O melhor momento foi quando Hebe revelou o conselho que recebeu da centenária Dona Canô, direto de Santo Amaro da Purificação: "Vá devagar pra você chegar onde eu cheguei..."
Muito bom, né?

E dá-lhe Hebe!
PS.: Já gravei uma reportagem nos bastidores do Programa Hebe. Para ler minhas impressões sobre a experiência, clique aqui.

domingo, 8 de março de 2009

Vingança de figurinista é fogo!

Olhem a foto abaixo:


Agora me digam: o figurinista tá ou não tá com ódio do Faustão???

Domingo na TV Brasil: boa pedida!

Passei o dia descansando, cuidando do corpo e da cara para começar as gravações do Salto no estúdio. E tive a oportunidade de acompanhar duas belíssimas edições de dois programas da TV Brasil: o Sem Censura e o De lá pra cá.
No Sem Censura, Leda Nagle dedicou uma edição especial à genial Bibi Ferreira. E foi um papo gostoso de acompanhar, permeado pela sabedoria de Bibi e pelas perguntas pertinentes da Leda. Bem bacana mesmo!
O De lá pra cá homenageou o centenário de Carmen Miranda. E foi um programa caprichadíssimo, certamente a única grande homenagem promovida por uma emissora de TV aberta à essa grande artista. Ancelmo Gois e Vera Barroso entrevistaram, entre outros, Ruy Castro - o biógrafo da Pequena Notável - e personalidades de diversas áreas que analisaram a obra e o simbolismo que cerca, até hoje, a figura da portuguesa mais brasileira de que já se teve notícia. Um programão!
E antes que alguém possa pensar o contrário, não estou puxando brasa pra minha sardinha não. Só acho legal comentar que, mesmo num dia crítico para a TV aberta como o domingo, tem coisa bacana pra ver na televisão...

sábado, 7 de março de 2009

Eu vi o show dos Backstreet Boys...

O que a gente não faz por amor: minha afilhada se esbalda durante apresentação da banda americana...

Toca o telefone numa noite de sexta-feira. E, cheio de tarefas domésticas pra cumprir e com toda a vida pra colocar em ordem, você fica sabendo que seus primos mais jovens ganharam - isso mesmo, de grátis!!! - ingressos para conferir um show.
Boa notícia, que poderia ser ótima se eles não quisessem pedir que você os leve até o show...dos Backstreet Boys!!!!!!!!
Foi mais ou menos isso o que aconteceu com o blogueiro aqui. Sem coragem para deixar os meus caçulinhas perderem os ingressos - e surpreso com a sobrevida de uma banda que eu julgava extinta há muito tempo - lá fui eu na noite desse sábado acompanhar os felizardos ganhadores da promoção realizada por uma rádio carioca. Aliás, pra ser preciso com a informação: o par de ingressos custou R$ 0, 30; o preço do torpedo enviado por meu primo para a tal rádio.
Olhem a nobreza da ação: ele mandou o torpedo pra tentar satisfazer um desejo da irmã mais nova, uma daquelas fãs enlouquecidas pelos BSB.
Só não contava que o torpedo me acertasse...
Enfim, lá fui eu para a Barra e me deparei com uma casa de shows lotada. Uma garotada danada e - o que me surpreendeu - muita gente na minha faixa etária. Foi quando eu comecei a me sentir um ET...
A certeza de que era mesmo um extraterrestre veio quando o show começou, o quarteto se pôs a cantar (?!?!) e as 8.000 pessoas que entupiam o Citibank Hall deram início a uma das maiores apresentações de coral que eu poderia imaginar. Todas as músicas, sem exceção, foram acompanhadas de cabo a rabo pelo público.
Impressionado com o calor dos fãs de uma banda que eu julgava nas últimas, vi o show de braços cruzados e, confesso, meio irritado com a gritaria das mocinhas que ficavam histéricas a cada rebolada ensaiada de um dos integrantes do grupo. Mas também confesso que ao olhar pro lado e ver minha prima - e afilhada - com os olhos brilhando, cantando, dançando e pulando com aquelas músicas melosinhas, relaxei um bocado. É bom demais fazer feliz quem a gente ama! E faria o sacrifício de novo só pra ver toda aquela alegria estampada na cara da minha bunitinha...
Impressões sobre o show, só pra não perder o costume: os caras têm carisma e têm um público fiel - e que parece estar se renovando. Mas precisam urgentemente de um bom produtor ou de alguém que diga que as coreografias bobocas não têm a cara do nosso tempo! Eles abusam muito dos passinhos marcados, das abaixadinhas de joelho e dos dedos apontados para o público. Cansa muito! E chega a ficar ridículo - vale dar uma olhada nos vídeos que vou colocar aqui depois...
Quanto ao repertório, diria apenas que é o velho pop açucarado de sempre. E que o ET aqui só conhecia duas músicas - e nem pesquisei o nome no Google, porque acho que não é algo que vai mudar a vida de ninguém. Mas gravei trechos das duas em vídeo, e vou colocá-las nesse post assim que o upload do YouTube foi concluído...
Afinal, quem sabe não há um fã dos BSB entre os meus leitores, né?

VÍDEO 1: Tome dancinha...


VÍDEO 2: Passinho pra frente, passinho pra trás...


PS.: A partir de agora esses vídeos também estão no Cine B@bel, no canto direito da tela. Aliás, vale dizer que todos os vídeos publicados no B@belturbo passarão a ser disponibilizados permanentemente lá...

Os serás...

Viam o sol se esconder atrás das montanhas, no alto de uma serra qualquer, quando surgiram perguntas incômodas, que destoavam da felicidade com aquele encontro e da beleza daquela paisagem...

Será que chega o dia em que um suspiro brota em nós trazendo consigo o pensamento de que, sim, isso é ter paz?
Será que é nesse dia que a gente conhece a felicidade?
Será que há essa tal felicidade?
Ou será que somos mesmo eternos insatisfeitos, buscando amor quando há emprego; emprego quando há amor e, quando há os dois, buscando alguma satisfação material, um desejo qualquer por algo inatingível, só pra dar aquela desestabilizada em tudo?
O que é essa plenitude que todo mundo quer e ninguém parece conseguir alcançar?

Fez-se o silêncio. Fez-se a noite. E mais um dia se passou sem que fossem respondidas algumas das perguntas que atormentam a humanidade há tempos...

Um texto curto e (muito) grosso sobre a decisão do arcebispo...

Agora o arcebispo acena com a possibilidade de perdão para os envolvidos no aborto da menina de 9 anos.
Pessoas que ele mesmo fez questão de excomungar...
Por que será que só agora o arcebispo pensou em perdão, hein? Será que a péssima repercussão da sua atitude pesou na balança e só agora ele resolveu jogar pra plateia?
Podemos supor a resposta, mas ninguém - além dele - pode responder. Só sei que se fosse um dos possíveis-futuros-ex-excomungados, eu ia mandá-lo pra um lugar beeeeem feio! E com direito a todos os palavrões que o vocabulário de um excomungado permite!
É a tal história: uma vez no inferno, que tal abraçar o capeta?

Da série: "a pergunta que não quer calar..." 40

Ainda sobre o Michael Jackson: quem em sã consciência vai acreditar que esses shows serão bons?
Até torço para sejam e estejam à altura do grande talento que esse cara demonstrou até o início da década passada. Mas...com notícias que colocam o homem à beira da cova saindo todos os dias, e com essa cara dele, fica difícil achar que coisa boa possa mesmo estar por vir...

Da série: "a pergunta que não quer calar..." 39

Olhem essa foto do Michael Jackson, tirada no dia em que ele anunciou a tal turnê de 10 shows em Londres:

Agora me respondam: em que açougue esse homem fez essas plásticas, meu Deus???!!!!
Caramba! Tá digno de filme de terror! E olha que esse deve ser o melhor visual possível do Michael, já que ele apareceu em público assim. Imaginem essa carinha desproduzida, sem maquiagem? Deve ser algo bem próximo daquelas máscaras de carnaval...
É muita loucura pra minha cabeça!

Tô vivo ou Hot, hot, hot...

Sim, tô vivo! Sumido por conta da correria relacionada ao início das gravações do Salto 2009 e às voltas com armários, marceneiros e afins - aliás, coisas que têm me cansado bastante...
Por falar em cansaço, o que dizer do calorão que baixou no Rio nessa semana? Ontem, mesmo dirigindo no ar condicionado tinindo, suei rios e penei pra não chegar ensopado à TV. O Rio tá mais 40 graus que nunca! E trabalhar nesse clima de Saara é das coisas mais desgastantes que pode haver.
Pra mim, na boa, já deu de verão por essa temporada...

quinta-feira, 5 de março de 2009

Sobre a atitude do arcebispo de Olinda e Recife

Não tenho religião. Tenho fé. Em Deus, nas energias boas e na força que todos temos para superar mesmo os momentos mais difíceis. Não sei como acontece com os outros, mas, pra mim, crer no amor, na positividade e na força que eles têm é fundamental.

Diante disso, posso dizer que sempre considerei a excomunhão uma prática distante dos ideais de fraternidade, amor, solidariedade e generosidade. Algo que destoa dos valores propagados pelas mais diversas correntes religiosas - inclusive pela Igreja Católica.

Já pensava assim e, hoje, ao ler a notícia sobre a excomunhão da mãe e dos médicos envolvidos no aborto da menina de 9 anos, que estava grávida de gêmeos depois de ter sido violentada, tive ainda mais certeza da crueza dessa ação. Ao excomungar aqueles que se empenharam para preservar - se é que isso é possível - a condição de criança dessa menina, o arcebispo de Olinda e Recife assinou um atestado de que está em completo desacordo com o que pensa parte significativa da sociedade. Para alguns, a atitude da autoridade católica não foi nada mais que uma posição institucional. Nesse caso, direciono à Igreja esta crítica. Para outros, a intenção seria preservar a vida dos inocentes frutos dessa ação aterradora. E eu pergunto: que condições psicológicas teria uma menina de 9 anos para criar e, sobretudo, amar os filhos que foram concebidos num ato de tamanha crueldade? E como seria, para esses filhos, se um dia eles viessem a saber em que condições se deu sua concepção?

Será que o arcebispo pensou nisso? Acho que não. Acho que julgou a causa coberto pelo manto dos dogmas e dos ideais de uma igreja que cada vez parece mais distante do seu próprio tempo, dos seus fiéis e dos valores abraçados pela sociedade.

Aliás, se pensarmos que a excomunhão funcionou como um castigo, acho que seria muito mais lógico se o arcebispo tivesse eleito como alvo o autor desse estupro. Ou não?

Mas quem erra tem piedade de Deus. E quem padece, vítima desses erros, tem que se conformar. É isso?

Não, pra mim não é. E não posso crer que quem passou pela Terra deixando uma mensagem tão grande de paz e amor pense dessa forma.

Ok, pode ser polêmica. Mas essa é a minha opinião...

quarta-feira, 4 de março de 2009

A minha música non sense...

O povo tá comentando no post anterior, indicando as composições mais estranhas da MPB. Motivado, resolvi postar a letra de um dos clássicos do non sense brazuca:

Zanzibar
Composição: Armandinho/Fausto Nilo

No azul de Jezebel
No céu de Calcutá
Feliz constelação
Reluz no corpo dela
Ai tricolor colar

Ás de maracatu
No azul de Zanzibar
Ali meu coração
Zumbiu no gozo dela
Ai mina aperta a minha mão
Alá meu “only you”
No azul da estrela

Aliás bazar da coisa azul
Meu “only you”
É muito mais que o azul de Zanzibar
Paracuru
O azul da estrela
O azul da estrela

É ou não é esquisitíssima???
Continuem postando as suas sugestões. Se chegarmos a um número bacana de indicações, vou fazer mais uma promoção aqui no blog...

terça-feira, 3 de março de 2009

O saco do Djavan...

Não, esse não é o título de nenhuma biografia não-autorizada, daquelas repletas de segredos de alcova. Também não é o nome de nenhum livro novo do Nelson Motta! Explico: ontem de manhã, no camarim, conversava com algumas colegas - apresentadoras lá da TV - quando uma delas revelou uma certa implicância com Djavan. E esclareceu o motivo:
- O Djavan faz música com o saquinho! É assim: ele recorta um monte de palavras e joga no saquinho. Sacode e vai tirando uma por uma: "Açaí, guardiã..." quando acaba, ele tem uma letra pronta!
Não é sensacional?
Aliás, a gente podia brincar aqui de escolher a música mais sem sentido da MPB. Que tal? Quem curtir a ideia comenta. Quem sabe não pinta aí uma nova promoção?

Se a moda pega...

Morri de rir com a notícia publicada no Globo Online, sobre o fiel que processou a Igreja Universal por não ter tido sua graça atendida. Condenada, a IURD terá de devolver o dinheiro do irmão...
É mole ou querem mais?
A notícia tá aqui: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/03/03/igreja-universal-perde-recurso-tera-de-indenizar-ex-fiel-que-nao-teve-graca-atendida-754665323.asp

segunda-feira, 2 de março de 2009

Aniversário do blog...

Nem tinha me dado conta, mas hoje, dia 02/03, o B@belturbo completa três anos. Percebi no meio da tarde, durante um papo com um colega de trabalho. Curioso notar que, há exatos três anos, o assunto por aqui também era carnaval...
Não é demais dizer que tô muito feliz com o blog, com os amigos que tenho feito e com os velhos amigos que seguem fazendo visitas carinhosas para acompanhar as loucuras que publico aqui. E posso dizer que é muito bom ter um canto pra se expressar, sem censura, sem revisão, sem barreiras entre o que a mente quer dizer e o que chega aí à sua tela.
Três anos! Exatos 1.760 posts!
E uma alegria sem tamanho por, durante todo esse tempo, ter batido esse nosso papo-furado de um jeito tão caloroso e instigante. Poderia querer presente melhor?
Valeu, turma! Que venha o Ano 4...


E vamo que vamo!

Vídeos das campeãs no ar!

Post curtinho, só pra avisar que o YouTube resolveu colaborar e, finalmente, estão no ar os vídeos que fiz no sábado, durante o desfile das campeãs do carnaval carioca. É só descer a barra de rolagem e conferir!

domingo, 1 de março de 2009

Dicas para ouvir e ler...

Esse post poderia fazer parte de uma série nova, algo como "antes tarde do que nunca". Mas o que importa é que, enfim, chegou a hora de falar de um belíssimo Cd e de um ótimo livro. Mas vamos por partes...
Quando Clara Nunes morreu, eu tinha menos de três anos. E nos vinte e cinco seguintes, ouvi e vi pouquíssima coisa dela, embora tenha em minha memória canções como Conto de Areia, O mar serenou e Morena de Angola. Semana passada, depois de gravar uma entrevista numa megastore, dei uma fuçada na prateleira de discos e encontrei um duplo dedicado à obra dessa grande cantora. Clara Nunes Guerreira é um discaço! Pra fãs novos - como eu - e também para os de longa data! Cheio de sambas de primeiríssima categoria, esse é, de cara, um dos melhores discos da minha coleção. A remasterização foi primorosa e o resultado deixa a impressão de que Clara gravou nos mais modernos estúdios da atualidade. A edição só não é mais perfeita porque não traz o encarte com as letras das músicas.
Aliás, vale o registro: Clara Nunes foi a primeira cantora brasileira a superar a marca de 100.000 discos vendidos, quebrando a primasia dos homens na indústria fonográfica brazuca. Não é à toa que ela ficou conhecida como guerreira...
A outra dica é literária: dei um tempo na biografia rame-rame do Paulo Coelho - na verdade, deixei essa leitura em segundo plano - e estou me deliciando com o 1808, de Laurentino Gomes. Sim, é outra descoberta tardia, uma vez que a obra foi lançada no embalo das comemorações do bicentenário da vinda da Família Real pra essa terrinha, celebrado no ano passado. Mas o que vale é que descobri o livro e a leitura é gostosa demais! Laurentino, cascudo jornalista que, com a obra, ganhou status de pesquisador, traz novos fatos sobre a conturbada fuga da corte portuguesa para a então colônia e, de quebra, mostra empenho em escrever numa linguagem atual e sedutora - tudo que falta à academia. Em suma: 1808 é um prato cheio para os amantes de bons livros e da História do Brasil - como eu!
É isso! Se possível, curtam as dicas! E contem o que vocês estão lendo e ouvindo, ok? Bora fazer a informação circular...