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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

E Maria Rita redescobriu Elis Regina...

Baixei a versão digital de "Redescobrir" na ITunes Store, nos primeiros minutos do aguardado dia seis de novembro. Sim, esse foi, realmente, um disco muito esperado por mim. Primeiro, claro, por conhecer o repertório de belas canções, tesouro maior deixado por Elis Regina. Depois, e não menos importante que isso, pela curiosidade de ouvir como elas soariam na voz da herdeira da Pimentinha. Como não tive a oportunidade de ver nenhuma das apresentações do show aqui no Rio, só me restava conferir a gravação.
Baixei as músicas e ouvi três vezes seguidas. Embaladas em arranjos mais enxutos - em muitos casos, atualizados - as canções de Elis seguem arrebatadoras. Mas, no disco, esse arrebatamento se limita à força do repertório. Maria Rita, grande cantora, dona de momentos consagradores em sua carreira de uma década, enfrenta com altivez o desafio de reler a obra da mãe, mas é impossível evitar a comparação entre elas. E não é apenas a filha de Elis quem sai em desvantagem: toda e qualquer cantora brasileira sairia na mesma situação diante desse desafio.
Elis era magistral. E segue assim: mestra de todas as intérpretes da MPB. Ia do grave ao agudo mais agudo sem titubear, intensa, num fôlego só. Brincava com a melodia, desafiava os músicos, parecia sempre na corda bamba, prestes a cair em cada verso. Nunca caiu! E segue no topo ainda hoje, passados 30 anos de sua morte.
Mas eu quis mais do que ouvir e, no último domingo, comprei o dvd do espetáculo. Achei a edição preguiçosa, e é flagrante que houve pressa no lançamento: há correções de câmera, perdas de foco e outros pequenos detalhes que jamais iriam para a versão final caso houvesse maior cuidado. Maria Rita está leve - apesar do barrigão - e soa um bocado careteira em algumas músicas, mas, apesar de suas interpretações sempre corretas e bem executadas, dosando bem emoção e técnica, fica longe do que a mãe fez em cena.
Há até um momento muito delicado no dvd: quando, em Arrastão, Maria Rita faz uma menção ao movimento frenético dos braços que Elis Regina executou no Festival da Música Popular Brasileira, da TV Excelsior, em 1965. É delicado porque ali, naquele movimentar de braços, a filha assume o risco de ser comparada à mãe e, mais que isso, se expõe diante dos que pensam que esse projeto é uma tentativa de reeditar, com Maria Rita, o fenômeno Elis. Não creio nisso. Creio, mesmo, na sutileza de uma bonita homenagem à maior cantora que o Brasil já viu. E ouviu...
A grande filha de Elis tem alguns belos momentos. Fascinação, Essa Mulher, Vou deitar e rolar, Águas de Março (número em que parece fazer um cover descarado do improviso final gravado por Elis no disco com Tom Jobim), Onze Tiros, Romaria e Redescobrir estão - até o momento - entre as minhas prediletas. Me Deixas Louca é outro grande momento. Pontos altos de um show que é, sim, memorável. 
Ainda no dvd, vale salientar como são belas as palavras que a cantora dedica à mãe na contracapa do disco e no encerramento do show. Aliás, cabe uma ressalva: o espetáculo soa mais frio do que deve ter sido, uma vez que os momentos em que a artista se direciona ao público foram suprimidos na edição.
Enfim, esse é um projeto arriscado. Para Maria Rita, para a gravadora e para o público: para as duas primeiras, pela comparação inevitável e pelo risco de uma rejeição dos mais puristas. Acho que esses riscos foram superados. Para o público, o risco é não se permitir embarcar na bela voz de Maria Rita e, assim, deixar de aproveitar a grandeza de repertório que o álbum oferece. Sigo firme, vendo e ouvindo de novo, em busca de superar o desafio que me cabe...

sábado, 12 de dezembro de 2009

Sobre o Nove + 1 de Ana Carolina...

Ana Carolina tem um talento incontestável. E também não se pode negar a irregularidade de sua discografia. Autora de belas canções e baladas inesquecíveis, a mineira derrapa com certa frequência na gritaria e na produção de versos quase incompreensíveis, como os de Elevador e Rosas. Sem falar em sambinhas gostosos como Cabide, dado a Martinália...
Pra mim, o saldo de Ana é positivo, embora não tenha comprado os dois últimos lançamentos da artista.
Mas na sexta, ao entrar numa megastore, eu me deparei com um novo lançamento: Nove + 1, pelo selo Multishow Registro. Disponível em cd e dvd, a novidade de Ana Carolina vem para celebrar os 10 anos de carreira da artista. Não resisti e comprei! E fiz um bom negócio!
A produção do dvd é irretocável! Gravado num casarão do Alto da Boa Vista, no Rio, o vídeo tem fotografia, cenografia e iluminação belíssimas, que fogem da obviedade do registro no palco ou no estúdio - um desejo revelado pela cantora já no making of. Mas de nada vale uma bela embalagem se o conteúdo não for dos melhores e, também nesse quesito, Ana não deixou a desejar: recrutou um time de primeiríssima para dividir as canções do repertório: Bethânia, Gil, Roberta Sá, Angela Ro Ro, Luiz Melodia, Seu Jorge, Maria Gadú e Zizi Possi são os destaques.
Já na primeira audição do cd, ainda no carro, voltando pra casa, fui fisgado pelos sambinhas. Cabide Ana canta com Luiz Melodia. É um registro malemolente, malandro, bem no clima da letra. Gostoso de ouvir. Milhares de Sambas, de letra muito bonitinha, ganha muito charme com a presença luminosa de Roberta Sá - num dos melhores momentos do disco. Gilberto Gil canta seu Torpedo com Ana, numa gravação também alto-astral, embora o samba não me contagie muito.
Com Angela Ro Ro, Ana reafirma seu desejo por Homens e Mulheres com uma mistura de bolero e tango, em outro bom momento do projeto. Tá rindo é? marca a volta da parceria de sucesso da mineira com Seu Jorge, em mais um sambinha gostoso de ouvir, com letra que parece traçar uma crônica do cotidiano. Com Bethânia, Ana divide Eu que não sei quase nada do mar, composta para a baiana. O dueto é correto, mas não chega a envolver. Talvez pelo fato de ambas já terem cantado muito a canção em projetos recentes. Uma dose de frescor na escolha da canção a ser divida com Bethânia teria sido salutar...
E dois dos meus momentos preferidos do disco são as baladas. Zizi Possi é saudada por Ana Carolina no making of do dvd por ter feito o registro definitivo da bela Ruas de Outono, que ganha muito com a interpretação delicada e certeira de Zizi. O encontro das duas na canção é realmente muito sensível. Com a revelação Maria Gadú, Ana Carolina divide um blues, Mais que a mim, bem bonito e inspirado - com as duas cantando lindamente - embora, se eu pudesse escolher, teria optado por menos arroubos vocais nos refrões. Arroubos que não chegam a tirar a beleza do dueto e da música.
Nove + 1, na minha opinião, é um acerto na discografia de Ana Carolina. Até mesmo por representar uma fuga da obviedade que seria lançar um dvd com seus grandes sucessos gravados ao vivo.
Recomendo!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Sobre o novo DVD de Madonna...

Há quase um ano Madonna passou por aqui e sacudiu o Maracanã com a turnê Sticky & Sweet. Eu conferi a performance da material girl e escrevi aqui. Ontem, o Multishow exibiu o show, gravado dias antes, em Buenos Aires. Eu conferi a apresentação. E achei lamentável! Frio, o resultado mais parece um grande clipe que um show. A vibração do público não ganhou as telas e há momentos em que é fácil esquecer de que se trata de uma apresentação gravada ao vivo. Até porque, convenhamos, a loira não canta o tempo todo...
Achei que é um produto para fãs. Daqueles cegamente apaixonados. O que é uma pena: queria comprar pra ter o registro do show que assisti. Mas, pelo que vi ontem, acho melhor guardar na memória a lembrança daquela inesquecível - e calorosa - noite de chuva no Maraca.

sábado, 6 de junho de 2009

Sobre o novo Dvd de Maria Bethânia...

Ontem eu fiquei um tempinho offline pra conferir o Dvd novo da Bethânia, Dentro do mar tem rio. Esperei muito pra ver o resultado da gravação, feita duas vezes por exigência da artista. E gostei. As imagens são bonitas e as câmeras têm movimentos mais sofisticados que nos shows anteriormente registrados e lançados pela baiana...
O som é perfeito e, na tela, o cenário ganha força e beleza. Parece que Bethânia está diante do céu, contemplando os vários tons e matizes que o colorem durante o dia. Bonito mesmo!
Só faço uma ressalva: o público de São Paulo parece ter recebido o espetáculo muito friamente. Vi duas apresentações da turnê aqui no Rio e lembro bem de como os cariocas marcavam o ritmo das canções na palma da mão, além, é claro, de cantar quase todas as canções do repertório. Em São Paulo não parece ter havido a mesma sintonia fina entre artista e plateia. Pelo menos não a ponto de se fazer notável nesse Dvd.
Também senti falta de extras. Seria interessante, por exemplo, ver Bethânia falando de sua relação com as águas, com os orixás que regem esse tão precioso recurso natural.
O grande momento? Assim como quando estive nos shows, elejo a interpretação de Ultimatum. Impecável!!!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Sobre o Multishow Ao Vivo de Rita Lee...

Eu fui ao show, em janeiro desse ano, e gostei. A resenha está aqui.
Só que, vendo o especial que o Multishow está exibindo agora, estou completamente decepcionado! Não sei que diabos arrumaram durante a mixagem, mas a voz de Rita Lee quase desaparece em algumas canções. Na versão da música dos Beatles, por exemplo, só se conseguia ouvir o coro.
Mas o pior aconteceu em "Vingativa": no número, Rita é acompanhada, na frente do palco, pelas backing vocals. Só que, simplesmente, o microfone de uma delas não funciona. E foi pro ar assim!
Sem contar que em quase todos os números o áudio da plateia praticamente sumiu. Nem parece que foi gravado ao vivo. Ou será que rolaram os habituais retoques posteriores? Se for isso, pesaram na mão...
Muito estranho!
Sigo vendo até o fim, mas a vontade de comprar o Dvd tá passando...

terça-feira, 24 de março de 2009

Dica para os amantes do cinema...

Juro que não ganho nada pra falar disso, mas acho bacana dar a dica pra quem gosta de clássicos do cinema! A Folha de São Paulo lançou uma coleção de dvds de grandes filmes que serão vendidos juntamente com a edição de domingo do jornal. Por R$ 14,90 a mais, o felizardo leva pra casa clássicos como "Casablanca" e "E o Vento Levou".
Acho que vale muito a pena! Quem tiver perdido o primeiro número, publicado no domingo, ainda pode encontrar em algumas bancas de jornais - aqui no Rio, as bancas do Centro ainda estão vendendo. Comprei o meu ontem e, finalmente, vou conferir a saga dos personagens de Clark Gable e Vivian Leigh...
Aliás, esse primeiro número, com "E o Vento Levou", ainda trouxe um dvd extra, com o making of da produção! Tô doido pra ver! Sem falar que todas as edições virão acompanhadas de livretos com os detalhes do filme da semana.

É uma boa ou não é?

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Brasil e Cuba se encontram no palco...e no meu Dvd player!

Blogueiro comenta o show que reuniu Omara Portuondo e Maria Bethânia nos palcos: música envolvente, estética simples e requintada e platéia que dá seu recado sem exagerar na tietagem fazem um Dvd imperdível!

Comprei hoje o Dvd do show que reuniu, no primeiro semestre desse ano, Maria Bethânia e Omara Portuondo. Fiquei impressionado com o requinte das imagens, embora o cenário parece muito simples. Os movimentos de câmera são suaves, totalmente dentro do espírito do encontro das duas grandes artistas.
Além da beleza das vozes e do repertório escolhido pelas estrelas - em solos e duetos - há que se registrar a afinidade construída no palco. De estilos bem diferentes - algo claramente observável no figurino - Bethânia e Omara se divertem, se admiram, se respeitam. E se oferecem, por inteiro, à música que une Brasil e Cuba. Destaco os duetos em Cio da Terra, que abre o show, e em Tal Vez como alguns dos momentos em que essa integração fica mais evidente.
No mais, há a emoção da estrela cubana ao saudar seus companheiros do Buena Vista Social Club durante a visceral interpretação de Dos Gardenias. Ainda sobre Omara, é impressionante o vigor da artista em cena! E o calor com que convida todos a cantar a clássica Guantanamera. Um barato! Registre-se, também, o calor da platéia mineira que teve o privilégio de acompanhar o registro do espetáculo no Palácio das Artes, no começo de abril, sem atrapalhar o show com doses cavalares de tietagem explícita. Tão elegantes quanto as estrelas no palco, os mineiros deram seu recado e tornaram o registro do show afetuoso e caloroso.
Recomendadíssimo!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Ah, Maria Rita...

Um dos meus presentes de aniversário foi o dvd novo da Maria Rita. Vi ontem mesmo e, cá pra nós, é muito bom ver um artista em sua melhor forma! Gosto muito da fase mais dramática da cantora, predominante em seus dois primeiros álbuns, mas essa Maria Rita do samba, de pernoca e barriguinha de fora é fantástica! Leve, solar e gostosíssima, dá gosto de assistir!
O Dvd é bem editado - com um ritmo de clipe, cheio de cortes - e o áudio é impecável! Recomendo a todos os fãs - de boas cantoras, de bons sambas, de boas músicas e, por que não, de boas pernas!!!
Segue o vídeo de O homem falou, o segundo número do show...

domingo, 7 de setembro de 2008

Samba caprichado!

Muito bonita a capa do DVD "Samba Meu", de Maria Rita, que a Warner Music deve pôr nas lojas durante essa semana. O projeto gráfico é assinado por Luciano Cury, que traduziu com maestria a leveza do show da cantora.
Além disso, o trabalho de Luciano tem o mérito de fugir da obviedade das costumeiras capas de discos registrados em shows. Pode reparar: em 99,9% dos casos, essas capas trazem flagrantes do artista no palco, durante a apresentação, e em fotos que, geralmente, dizem muito pouco sobre o conceito do espetáculo gravado.
Com o "Samba Meu" foi diferente. Mais uma prova do acerto danado que esse disco representa na carreira de Maria Rita. É claro que, em breve, uma cópia vai parar aqui na minha estante. Já disse aqui algumas vezes: "Samba Meu" é um showzaço, que os cariocas vão poder conferir mais uma vez, no fim de setembro.
Bora pro samba, turma?

domingo, 28 de outubro de 2007

Minha série predileta...

Por muitas vezes a gente gasta um tempo danado planejando coisas incrivelmente divertidas para o fim-de-semana. O planejamento, nessas ocasioões, é tão árduo que tira até a leveza daqueles que devem ser os dias de ócio (pra quem trabalha nos demais, claro!).
Nesse último final de semana eu não planejei nada! Abri a estante, abri os pacotes com os Dvd's das cinco temporadas da minha série predileta: "Six Feet Under". E me diverti como nunca: sozinho, em casa, em cima da minha cama. Tanto que até pensei que a felicidade pode mesmo estar nas pequenas coisas da vida, como diz aquele clichê...
Aos que não conhecem a série, recomendo muitíssimo! O texto é muito inteligente, o humor, refinado. E as interpretações são todas primorosas! Vale muito a pena! Trata-se da história de uma família que tem uma casa funerária. E nada de padrões: os Fishers, definitivamente, não reproduzem aquela imagem de "tradicional família americana". E é aí que mora a graça desse programa imperdível!
Ah...o lado bom é saber que ainda nem terminei de ver a primeira temporada. O que quer dizer que ainda tenho muita diversão de altíssima qualidade pela frente!

quarta-feira, 25 de abril de 2007

O Maraca é todo dela...

Ivete Sangalo interpreta "Abalou" na abertura triunfal de seu show no Maracanã. DVD chega às lojas nesse final de semana

Logo depois de assistir ao mega-show de Ivete Sangalo no Maracanã, em dezembro do ano passado, eu fiz um post aqui. Lembro de ter elogiado a qualidade da produção, o entusiasmo e a alegria da cantora. Mas também lembro de ter criticado o repertório - um tanto desgastado pela massificação de músicas como "Festa" e "Sorte Grande".

Quatro meses depois, o Multishow exibiu no dia 24 o especial com partes do show. E percebi que não fui tão injusto ao implicar com o repertório. Soa repetitivo demais ver Ivete Sangalo interpretar "Flor do Reggae", música que colou nos ouvidos do público como chiclete, tamanho o sucesso alcançado pelo "MTV Ao vivo" da artista. Na versão compacta do show, os momentos de maior oxigenação acontecem exatamente quando Ivete interpreta novas canções. O espetáculo ganha força em momentos como "Não precisa mudar", num dueto bem simpático com Saulo, vocalista da Banda Eva; "Ilumina" - que, a meu ver, tem tudo pra repetir o sucesso de "Flor do Reggae" e a festiva "A Galera", já registrada em estúdio no cd "Supernovas", de 2005.

O momento das baladas é bem bacana: "Quando a chuva passar" ganhou um coro de mais de 55.000 vozes e - para desespero de alguns, uma introdução cheia de trovoadas e relâmpagos. "Se eu não te amasse tanto assim" foi costurada à clássica "Eu sei que vou te amar" numa espécie de medley que, acredito, rende o momento mais bonito do show. Emocionada em cima de uma plataforma que avança sobre o público, Ivete chora, diz que está muito feliz e com a voz embargada, passa a bola pra platéia cantar. Golaço do time formado pela baiana e seus fãs de todo o país que lotaram o templo do futebol.

Por fim, reafirmo minha posição: o repertório precisa ser revisto. Não gostei mais do especial porque achei que momentos bacanas do show foram cortados, como a interpretação de "Sá Marina" e o explosivo medley que reuniu "Chorando se foi" e "Preta" - o melhor momento da Banda do Bem em toda a apresentação. Mas é, sem dúvida, um grande show. É, sem dúvida, uma grande artista. E é, sem dúvida, uma bela homenagem do público à cantora mais popular do país na atualidade.

Aliás, uma curiosidade: a exibição do especial "Multishow Ao vivo: Ivete Sangalo no Maracanã" estava programada para o dia 10 desse mês. Depois, foi adiada para o dia 24 para evitar que as imagens, uma vez exibidas, fossem pirateadas e, assim, derrubassem as vendas do DVD. Pois bem. Ontem, dia 25, apenas um dia depois da exibição do programa, camelôs do Centro do Rio já disponibilizavam o Dvd novo da cantora. Ah, se tudo no Brasil funcionasse tão rápido quanto a indústria da pirataria...