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sábado, 15 de março de 2008

Direto do túnel do tempo...

Zanzando pelo vasto território da internet, acabo de me deparar com uma daquelas pérolas da televisão brasileira, em forma de vinheta. Estrelada por Antônio Fagundes e Tony Ramos, a peça fez parte da campanha "Invente, tente: faça um 92 diferente", que a Globo colocou no ar no fim de 1991.
Parênteses para os mais jovenzinhos: nas vinhetas, as estrelas globais faziam coisas inusitadas, diferentes do que estavam acostumadas a fazer na telinha. Fátima Bernardes, por exemplo, sapateava. O Bonner, vejam só, imitava o jornalista Paulo Francis. E por aí sucessivamente...
Com Tony e Fagundes, pegaram pesado: colocaram os galãs pra cantar! E pra cantar música brega! "Talismã", hit de Elson do Forrogode.
Micaço, micaço, micaço!!! Por essas e outras que eu não critico os altos salários dos artistas da TV. Vez por outra, surge um diretor maluquinho e os obriga a fazer cada coisa...
Quer ver a performance da dupla? Cá está!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Duas Caras, várias interrogações...

Antônio Fagundes e Susana Vieira: protagonistas absolutos das dúvidas do blogueiro sobre a novela das oito (ou nove?) da Rede Globo

Todo dia, vejo um ou outro trecho da novela das oito. Todos os dias, leio coisas sobre a novela. Sei, por exemplo, que o autor tem um blog onde escreve, vez por outra, para se defender das críticas.
Eu imagino como deve ser difícil o compromisso de escrever uma novela. Ter a obrigação de emocionar, divertir e entreter, todas as noites, 40, 50 milhões de pessoas. Ter o dever de "dar" audiência e justificar os altos investimentos da emissora no produto. Escrever novela é isso! E é, também, ter de responder perguntas.
Todo telespectador tem em mente perguntas sobre sua produção predileta. Eu, por exemplo, tenho perguntas sobre a atual novela das oito - e olha que, definitivamente, não se trata da minha produção predileta. Gostaria de saber, por exemplo, por que a personagem da Marjorie Estiano deu tão rápido pro primeiro desconhecido que viu pela frente (no dia da morte dos pais), casou tão rápido com esse mesmo desconhecido e, não satisfeita, ainda deu plenos poderes para o dito-cujo cuidar da sua fortuna incalculável! Essa menina vivia em que planeta, minha gente?
Mas essas são questões complexas demais e, na verdade, nem sei se há respostas para elas...
Mas tenho questionamentos, digamos, bem mais profundos sobre "Duas Caras":
1 - Por que, desde "O Rei do Gado", o Fagundes usa o mesmo sotaque em todos os seus trabalhos na TV? (as exceções foram aquelas novelas em que ele fez outro sotaque - o italiano);
2 - Quantas centenas de Barbies ficaram carecas para que Susana Vieira pudesse ostentar essa cabeleira esquisita na pele de Branca? (será que essa é a verdadeira razão do polêmico recall de Barbies feito pelo fabricante da boneca???)

terça-feira, 2 de outubro de 2007

A nova das 8...

"Duas Caras": estréia com belas imagens, pouca ação e poucos personagens e tramas em cena...

Quem se acostumou ao ritmo frenético imposto por "Paraíso Tropical" nas últimas semanas deve ter estranhando bastante a nova produção da Rede Globo para o horário das oito da noite. Pouco mais que duas caras foi o que o espectador viu ontem, no capítulo de estréia da nova novela. Tanto se alardeou sobre os quase 100 personagens da trama e o público, no primeiro episódio, pôde conferir apenas duas tramas interessantes: a que une Dalton Vigh e Marjorie Estiano e o surgimento de Antônio Fagundes como uma espécie de justiceiro na fictícia favela Portelinha.
Senti falta de ação. E achei pouco verossímil a mocinha ricaça abrir o verbo sobre os negócios da família para um estranho. Mas já dá pra palpitar que um belo trabalho do Dalton está vindo por aí.
Como você sabe que televisão é um dos assuntos mais freqüentes aqui, aguarde. Em breve voltaremos ao assunto...