domingo, 18 de outubro de 2009

Silvio Santos, Ronaldo e a nostalgia de um blogueiro...

O homem do Baú é a maior personalidade da televisão brasileira há mais de quatro décadas. E, vez em quando, nos mostra porque carrega o título de ser o maior animador de auditório do Brasil. Ao receber o craque Ronaldo em seu programa esta noite, Silvio fez a festa. Fez piada, entrevistou e, homem de negócios que é, aproveitou pra fazer um belo merchandising das empresas de seu grupo, que patrocina o Corinthians.
A audiência reagiu e o Programa Silvio Santos chegou a liderar a audiência durante os momentos em que Ronaldo esteve na tela. Tudo sem grandes apelações, sem grandes recursos de produção. Apenas baseado na presença do jogador de futebol e no incomparável poder de comunicação de Silvio Santos.
Assisti e me diverti. E lembrei dos velhos tempos em que, aos domingos, Silvio Santos reinava absoluto nos domingos aqui de casa. Eram outros tempos, de vida mais simples, com uma única TV, que ficava na sala. E tudo o que se fazia aos domingos era pontuado pelos programas animados pelo Silvio. Lembro de todos: do Qual é a Música ao Show de Calouros, passando pelo Topa Tudo por Dinheiro. Acho que todo mundo tem na memória alguma situação, algum momento associado à figura do maior comunicador da televisão brasileira. Você também tem?
Enfim, deu saudade...

Da série: "a luz no fim do túnel é um trem vindo pra cá..." 37

Navegando pelo infinito mar da grande rede, acabei me deparando com a notícia de que Rodrigo Faro, apresentador da Record, quer voltar a cantar.
Espero que os amigos dele, a família, ou mesmo os jurados de Ídolos nos livrem dessa.
Torçamos, pois...

sábado, 17 de outubro de 2009

Da série: "a pergunta que não quer calar..." 69

É destaque na home do R7:

"Conheça 11 grupos de pagode que são mais do que essenciais"

Li e achei a manchete improvável. Afinal, alguém aí conhece UM ÚNICO grupo de pagode que seja essencial???
Foi o que imaginei...

Guerra in Rio!

Acordar e descobrir que os bandidos derrubaram um helicóptero da polícia, pra mim, equivale a um tapa bem dado bem no meio da minha cara. E da cara de todos que, como eu, tanto amam essa cidade.
Fui para o trabalho ligado no noticiário e, quando cheguei, avistei ao lado da TV, na sede da Polícia Civil, algumas dezenas de policiais prestes a partir para o enfrentamento. Armados até os dentes, recebendo e dando instruções, tensos. Vi o tal do caveirão e ouvi o zunido do helicóptero blindado da polícia civil rasgando o céu pra lá e pra cá.
E pensei: o que mais falta acontecer nessa vergonhosa situação da segurança pública no Rio? Qual vai ser a tragédia a nos surpreender da próxima vez? E, claro, como sairemos do fundo desse poço no qual fomos atirados por governantes que, ao longo da história, deram as costas para os cidadãos e fizeram vistas grossas para o fortalecimento do crime organizado em nossa cidade?
Acabo de ver os principais telejornais noturnos e, como não poderia deixar de ser, o sábado de barbárie carioca foi o grande destaque. E notei que o tapa que me acordou ainda faz minha cara arder...
Até quando suportaremos?

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Jump: só pra constar...

Ontem rolou a segunda aula de ginástica sobre a cama elástica. E continuo sem decorar o nome da modalidade, bem como alguns dos movimentos que tenho que fazer em cima do equipamento.
Parodiando a música do Cauby, posso dizer:
"Pulei, puuuuleeeeeiiii, como é cruel pular assim..."
Mas, no fim da empreitada, o professor me parabenizou. E disse que fui melhor que na aula anterior. Sei não. Há grandes chances de ser pura retórica...

Viver a Vida segundo o B@belturbo...

Não acompanho a novela das oito. No horário, quando não estou no ar ou gravando, estou me preparando pra ir à academia. Mas, passado um certo tempo da estreia, confesso estar surpreso com a total falta de repercussão da novela das oito. Ou eu estou muito por fora ou, realmente, nada acontece na trama de Manoel Carlos.
Motivado por essa questão que, creiam, anda realmente me consumindo, resolvi aderir ao estilo do Maneco. E publico, aqui, a sugestão para mais um capítulo da novela. Mas lembro: serei totalmente fiel ao estilo do consagrado autor do folhetim...

Externa. Búzios. Helena dirige um conversível. Cabelos esvoaçantes. Ela buzina e dá adeus a um conhecido do tempo de pobreza. O jovem fala que viu a revista com a modelo na capa. Corta. Interna. Casa da mãe da Helena. Farta mesa posta. Todos comem. Helena chega e fala da estrada, bem asfaltada. Diz que o trânsito estava tranquilo. A mãe lhe serve uma fatia de bolo e suco de amoras. Helena come e diz que está delicioso. A mãe, emocionada, chora.

Roda a vinheta.

Externa. Leblon. Marcos dirige seu carrão importado. O celular toca. Ele atende no viva-voz. A secretária diz que alguém ligou e não quis deixar recado. Ele se distrai admirando a beleza de uma transeunte e não presta atenção no recado. Clipe com a música da Maria Gadú e gente bonita fazendo esportes pela orla. Corta para a casa da Lília Cabral. Ela está reunida com a Letícia Spiller e a Natália do Valle, as três à beira da piscina. Letícia fala do marido, que não dá no couro como antigamente. As três gargalham. Muito.

Intervalo.

Interna. Hospital. Bárbara Winehouse Paz vai se consultar com a médica e desiste. Na cantina, disfarçadamente, toma um vidro de desodorante. Corta. O gêmeo sacanacorre do gêmeo mala, que quer bater bele. Tudo porque o safado foi flagrado - no capítulo anterior - dançando um ritmo qualquer com Luciana Bocuda. Os pais dos gêmeos gritam, a la Caminho das Índias. Clipe. Imagens bonitas do Rio. Música da Gal Costa. Interna. Estúdio de TV. Camila Morgado fala qualquer coisa sobre o noticiário econômico. OBS.: fica a critério da direção escolher qual personagem vai aparecer vendo o programa dela. Não fará a menor diferença para o andamento da história.

Intervalo.

Rihanna, a irmã de Helena, chora no quarto com saudade do seu bandidão. Corta. Maria Luísa Mendonça chega à casa da mãe de Helena, em Búzios. Esbaforida. Ela vai pro quarto de Helena e fala que está sentindo falta de homem. Elas gargalham. Muito. Helena pega o telefone e liga para Marcos.

Depoimento de alguém "bem sofrido" encerra o capítulo.

Será que eu tô no caminho certo ou impus um ritmo frenético demais à narrativa, hein? Críticas e sugestões nos comentários, por favor!

A cueca vermelha do Suplicy!

Ok! Já não bastasse cantar no plenário, agora o senador - e pai do Supla - caiu na lábia da Sabrina Sato e se deixou fotografar nessa situação. Juro que não é caretice, mas não é exatamente esse o tipo de função de um senador da república que espero ter que explicar aos meus filhos um dia...
Cada uma, hein?