domingo, 3 de maio de 2009

Sou tri, e daí?*

Hoje a Nação rubro-negra vai dormir feliz, certa de sua supremacia!
Tricampeão em cima do tri-vice!
E vamo que vamo!!!
*Sim, o título do post é dedicado àquela famosa cantora da MPB...

Plantão Programa Silvio Santos...

No intervalo do jogo, passei pela sala e vi um trecho do programa comandado pelo homem forte do SBT. No ar, uma câmera escondida com imagens tão velhas quanto as que a mesma emissora exibe em Dona Beija. Sim, o canal do Silvio Santos é praticamente um canal eternamente em sépia! Reparem: tem o eterno Chaves, Eu, a patroa e as crianças e as incontáveis reprises do SBT Repórter. Na hora, entendi: o SBT se tornou uma espécie de TV do vale a pena ver de novo. Só que, tipo assim, não vale...
Uma pena!

Vingança de figurinista - PARTE IV


Preciso dizer mais alguma coisa? Creio que não! Uma blusa(feia) vale mais que mil palavras...
Você usaria tão singela estampa? Eu não! Nem no pior dos meus pesadelos...

sábado, 2 de maio de 2009

A leitura do momento é...

Autores, da Editora Globo. Ainda tô bem no início, mas já dá pra perceber como são curiosos os caminhos de alguns dos responsáveis pelos maiores sucessos da teledramaturgia nacional. Aguinaldo Silva, por exemplo, chegou ao mundo da TV por um completo acaso: era repórter de polícia e, depois de pedir pra sair, foi convidado para colaborar com uma série que retrataria o cotidiano de...repórteres policiais.
Como disse, tô no início da leitura - e são dois livros! Mas tô curtindo. Só lamento que, em vez de um texto, a publicação tenha se dado sob o formato de entrevista pingue-pongue. Acho um pouco cansativo.
Mas indico para os apaixonados pelo universo da teledramaturgia...

E você? Lendo o que no momento?

Funcionário 2 em 1?

Vejam a placa que meu amigo Carlos Soton encontrou zanzando por aí. Depois, digam se não é o cúmulo da sinceridade:

Quando vi a imagem, que recebi por mms, fiquei imaginando como o tal manobrista deve ter se sentido ao ver a análise que os patrões fazem do seu trabalho. Mas, depois, analisei a história pela perspectiva dos donos do tal estabelecimento. E cheguei à conclusão de que deve ser vantajoso ter um manobrista barbeiro numa clínica de estética, né? Vai que aparece alguém afim de dar um trato nas madeixas?!?!
Valeu pela contribuição, Carlos! Abração procê!

E você? Quer ajudar a fazer o B@belturbo? Envia sua dica pra HotLine!

Rodolfo Bottino dá lição de vida e superação...

São muitas as celebridades que se escondem da vida, com medo da perda de contratos e da exposição que determinadas revelações podem ocasionar. Escondem suas verdades e expõem, em muitos casos, uma vida de mentiras em ilhas e castelos de revistas. Tanta ficção quanto as novelas e paças que estrelam...
Ou será que nunca vimos um ator ou atriz falando contra as drogas, mesmo sendo fã delas?
Por isso, achei muito bacana a entrevista que Rodolfo Bottino deu a O Globo. Coração aberto, o ator falou de como tem vivido com o HIV e da superação de um câncer de pulmão, doença que o fez anoréxico e acabou jogando-o, desenganado, num CTI.
Mostrar o cara produtivo, cheio de projetos e realizações é uma forma de dizer à toda sociedade que, sim, é possível viver com HIV. E que há uma diferença entre ter o vírus e ser doente.
Acho que se mais famosos dessem esse tipo de lição estariam sendo mais honestos. Tantos deles ganham dinheiro às custas do público, emprestando seus nomes e rostos aos mais variados produtos, e, penso, seria mais do que justo dar esse tipo de contribuição para que ignorâncias e preconceitos fossem derrotados pela informação.
Parabéns e sucesso ao Bottino em seus projetos!
E vida longa para as pessoas corajosas!

Plantão Caldeirão do Huck...

Gincana global expõe família de Barretos. Você aprova?


Tô vendo o Lar, Doce lar do programa do Luciano Huck. É aquele quadro no qual uma família precisa vencer um desafio para ter a casa reformada pela produção. E fiquei indignado com o desafio proposto aos participantes de hoje, uma família simples da cidade de Barretos, em São Paulo.
Uma hora pra colocar todos os móveis e pertences pra fora da casa. No meio da rua.
De olho na obra, eles toparam. E entulharam todos os pedaços de sua história na frente da casa, expostos aos olhares da vizinhança - e, agora, de todo o Brasil. Em nome da reforma, lá foram eles jogando móveis, roupas e outros objetos. Descartando tudo o que tinham construído até então.
Os defensores do quadro poderão dizer: "era um monte de velharias!". Pode até ser, mas achei que a produção pegou mal. Expôs a intimidade daquela família de uma forma grosseira e desnecessária. E como se o tudo que eles tinham acumulado até então não valesse de nada...
Curti não!
E você? Comentaê!